Salvador, 22 de September de 2021
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Dando o que Falar


Saiba as diferenças entre Talibã e Estado Islâmico e por que eles brigam. Por Diogo Schelp
Dando o que Falar
Sex, 27 de Agosto de 2021 00:28

diogo-schelpAs potências ocidentais que agora batem em retirada do Afeganistão estavam há dias alertando para o risco de atentados do grupo terrorista Estado Islâmico no aeroporto de Cabul, onde diariamente milhares de afegãos se amontoam na esperança de

 
O ensaio golpista de 7 de setembro. Por Aldo Fornazieri
Dando o que Falar
Ter, 24 de Agosto de 2021 06:57

Não resta dúvida de que os bolsonaristas preparam um ensaio geral do golpe no dia 7 de setembro. Mesmo que parte da articulação do ensaio golpista tenha sido desbaratada com a prisão de Roberto Jefferson e com a operação da PF desencadeada por Alexandre de Moraes contra Sérgio Reis, Otoni de Paula, Antônio Galvan, entre outros, o movimento está mantido. Pretende-se mobilizar parte dos caminhoneiros, militares da reserva, policiais da reserva e da ativa, motoqueiros, setores ruralistas e radicais de extrema-direita em geral.

Esse ensaio golpista pressupõe um discurso radical e instigador de Bolsonaro num contexto em que militares estão nas ruas por conta dos desfiles do dia da Independência. Quer-se uma demonstração de força, com dois objetivos: 1) intimidar o STF, outras autoridades, os políticos e sociedade em geral e, 2) promover uma propaganda do golpe pela demonstração de força, insinuando o apoio das Forças Armadas.

Bolsonaro trabalha com uma única lógica: o golpe. Quando mais percebe que não vencerá as eleições, mais aprofundará esta lógica. Esta é uma estratégia da extrema-direita internacional. Age para minar e destruir as instituições democráticas por dentro, quando está no poder, e se não consegue apossar-se integralmente dele, promove atos golpistas. Foi o que tentou Trump após perder as eleições. Todo cálculo e movimento políticos de Bolsonaro se movem nesse sentido. O ingresso do centrão no governo não visa uma aliança político-programática. Visa apenas impedir o impeachment e garantir a sobrevivência de Bolsonaro.

Embora Bolsonaro não conte com as Forças Armadas, enquanto instituição, para sua aventura golpista, o seu movimento não pode ser subestimado, por duas razões. Primeira: ele tem poder de mobilização de grupos radicais que podem desencadear ações violentas e provocar danos graves às pessoas e às instituições, desmoralizando ainda mais o Brasil no mundo.

Segunda: golpes não se sabe como começam e nem como terminam. Movimentos golpistas, mesmo que inicialmente possam ter forças relativamente pequenas, podem se tornar vitoriosos se não encontrarem resistência pela frente. Ocorre que nas ações de força, parte dos militares neutros e até da sociedade tendem a pender para o lado que mostrar força e possibilidade de vitória. Será um erro gravíssimo se as forças democráticas ficarem inertes ou confiarem apenas ao STF a tarefa de deter Bolsonaro.

Não se pode enfrentar a ousadia dos celerados e dos criminosos com passividade e com o medo dos democratas. Nesse momento são necessárias ações preventivas em defesa da democracia e do Estado de Direito, a exemplo dessas que o STF vem adotando. Mas são necessárias também iniciativas no âmbito do Congresso, entre os paridos políticos, os movimentos sociais, as instituições da sociedade civil e articulação dos governadores. Somente a união dos democratas poderá deter a sanha golpista de Bolsonaro e desestimular que grupos sociais e políticos se engajem nessa aventura criminosa.

No Chile, os locautes dos caminhoneiros, em 1972 e em 1973, foram a antessala do golpe. Aqui, pretende-se mobilizar caminhoneiros para bloqueios visando pressionar o Senado a cassar os juízes do STF e, se for o caso, invadir o próprio Supremo.

No se pode considerar que o que disse Sérgio Reis são bravatas de um cantor sertanejo. Ocorreram reuniões em Brasília com a presença de militares e, inclusive, com a participação do general Augusto Heleno. É dever dos parlamentares convocar o general para que forneça as devidas explicações acerca de sua participação nesse movimento golpista.

A história dos golpes na América Latina mostra que as instituições e as forças democráticas só tentaram reagir a eles depois que os atos de força foram consumados. Essas reações fracassaram, pois é difícil enfrentar, sem grandes mobilizações populares, forças armadas estabelecidas no poder. Em 1964 forças sociais e até militares garantiam que resistiriam ao golpe se este ocorresse. O golpe ocorreu e nenhuma resistência significativa reagiu. Em 2016 não houve reação ao golpe parlamentar que tirou Dilma do poder. Os atos de defesa do governo que antecederam o impeachment foram frágeis. No pós-impeachment também não ocorreram reações.

Tudo isso ensina que a defesa da democracia e do Estado de Direito, e a sua garantia, precisam ocorrer antes que o golpe aconteça. A ação preventiva contra golpes será eficaz se ocorrerem dois movimentos. De um lado, as autoridades, principalmente o Judiciário, mas também os políticos, precisam cumprir seus deveres constitucionais na defesa da democracia e da Constituição. O STF vem se mostrando assertivo nos últimos tempos. Mas, no Congresso, somente um punhado de deputados e senadores adotam posturas mais incisivas para deter o golpismo de Bolsonaro.

De outro, somente o povo mobilizado e organizado pode impor temor aos golpistas. Golpistas e tiranos sempre temeram a ira dos povos. Hoje existe uma maioria significativa e crescente contrária a Bolsonaro. Existe também uma maioria que não quer os militares na política. No entanto, não é uma maioria mobilizada. Para que esta maioria se transforme em força política e em barreira de contenção, precisa ser mobilizada. Precisa ser transformada em força política ativa.

É responsabilidade das lideranças políticas e sociais comandar processos e iniciativas que mobilizem setores significativos da sociedade na defesa da democracia e do Estado de Direito. Se os bolsonaristas querem fazer do dia 7 de Setembro um marco do ensaio golpista, os democratas precisam fazer dele um marco da defesa da democracia.

Os atos de defesa da democracia do dia 7 de Setembro precisam ser planejados, com mobilizações prévias, com ampla convocação, com politização acerca do seu significado. As principais lideranças políticas e sociais do país precisam se engajar na convocação. Será uma dolorosa e vergonhosa derrota política se os atos dos bolsonaristas e golpistas forem maiores do que os atos em defesa da democracia.

Aldo Fornazieri

Cientista político e professor da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESPSP)

 

Artigo publicado originalmente em https://www.brasil247.com/blog/o-ensaio-golpista-de-7-de-setembro
 
Os anos mais crepusculares. Por Weiller Diniz
Dando o que Falar
Seg, 23 de Agosto de 2021 06:12

Weiller_DinizO capitão da caserna e os trogloditas da caverna são devotos da escuridão, das trevas, do furtivo e do obscurantismo. Têm aversão à luz, ao conhecimento, às liberdades e às conquistas iluministas.

 
O sadismo tornou-se um símbolo dos Estados Unidos. Por Chris Hedges [*]
Dando o que Falar
Seg, 23 de Agosto de 2021 06:07

Chris_hedgesA classe dominante dedica enormes recursos para mascarar o sadismo social e o assassinato. Controla as narrativas na imprensa. Inunda os nossos ecrãs com imagens e propaganda amigáveis e alegres, aperfeiçoadas pelas empresas de publicidade e relações públicas.

 
O fantasma da cadeia. Por Bernardo Mello Franco
Dando o que Falar
Seg, 23 de Agosto de 2021 05:49

Bernardo-Mello-FrancoNa noite de quinta-feira, Eduardo Bolsonaro expôs o fantasma que apavora a família presidencial. O deputado reclamava do cerco a aliados que ameaçam a democracia e conspiram contra a eleição de 2022.

 
A lenga-lenga da construção de harmonia entre os Poderes é farsa. Por Janio de Freitas
Dando o que Falar
Seg, 23 de Agosto de 2021 05:43

Janio_de_FreitasO descompromisso com a franqueza das atitudes é próprio do político profissional, e uma das suas diferenças essenciais para o militante de ideias que está na política.

Mas a aplicação de vícios do profissional a circunstâncias de alta gravidade, como é o atual ataque à ação legítima do Judiciário, alia-se ao intuito antidemocrático e até o estimula. É o que estão mostrando os presidentes do Senado e da Câmara, com o presidente do Supremo como coadjuvante.

A lenga-lenga da construção de harmonia entre os Três Poderes, fantasiada pelos três e por um profissional da politicagem, não é mais do que farsa. Movida a palavrório de lugares-comuns e reuniões para mais entrevistas, resulta em serviço à crescente agitação de Bolsonaro contra as defesas da democracia.

O senador Rodrigo Pacheco, o deputado Arthur Lira, o ministro Luiz Fux e o camaleônico Ciro Nogueira sabem como poucos, de seus postos privilegiados, que Bolsonaro busca a desarmonia, precisa dela como plano de ação e de salvação. Sabem que suas propostas de encontros pacificadores serão respondidas por Bolsonaro, como foram todas até aqui, por imediata saraivada de ameaças aos tribunais superiores e a magistrados.

A insistência na harmonia impossível proporciona a Bolsonaro repetidas oportunidades de mais incitar o bolsonarismo. O estúpido pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, por exemplo, foi feito por Bolsonaro em seguida a Luiz Fux dispor-se a "reavaliar" o cancelamento de um "encontro pacificador dos presidentes". Quem cancelou, de fato, foi Bolsonaro horas depois de um "diálogo e acordo" com Fux.

Rodrigo Pacheco, eleito com ajuda de Bolsonaro e que age como bolsonarista enrustido, aproveitou depressa o mais recente pretexto de reunião dos Três Poderes e, como interessava a Bolsonaro, abriu caminho no Senado à sabatina de recondução de Augusto Aras como procurador-geral da República. Imoralidade puxa imoralidade. O personagem patético Augusto Aras e quem apoie sua permanência são indignidades iguais.

Em outro plano da mesma área, a formação exibida por Bolsonaro, Pazuello e tantos outros deveria evitar novos espantos com a espécie. É impossível. Portador de constelações nos ombros, mais condecorações que os heróis de várias guerras americanas, o general Braga Netto diz que não houve ditadura no Brasil. Só se pode concluir que o ministro da Defesa não sabe o que é ditadura.

Então o espanto redobra. Quem não sabe o que é ditadura, não sabe o que é democracia. Logo, pende para o mais conveniente à sua formação. E muito se explica ou se confirma aos nossos olhos cansados das constelações e ouvidos ofendidos pelos canhonaços verbais.

Espantos não precisam ser grandes. Fernando Henrique o provou sempre. Houve agora quem tivesse um certo espanto com sua informação: não só apoia João Doria para a Presidência, acha mesmo que "ele representa o futuro".

Esse espanto é de má vontade. A visão que Fernando Henrique tem da Presidência está exposta em atos e palavras. Estava até renovada no lançamento, que fez, de um animador de auditório para presidente da República. O moço foi mais sensato, preferiu suceder Faustão na Globo a ser sucedâneo de Fernando Henrique no Planalto.

HISTÓRICA

A descrença em resultados ronda a CPI da Covid, por presumida perda de eficácia nas investigações. Há outra maneira de entender seus dias atuais.

A investida de Bolsonaro contra o Supremo, as ações de ministros do Judiciário sobre atitudes de Bolsonaro e mesmo o desastre americano no Afeganistão invadiram áreas do noticiário que a CPI ocupava. Além disso, à medida em que vão completando investigações e descobertas, as CPIs esmorecem a atração e a repercussão.

O serviço já prestado pela CPI é irredutível, inclusive por seu pioneirismo institucional no enfrentamento ao autoritarismo genocida e corrupto. Resultados judiciais e institucionais cabem a outras instâncias. Foi pela CPI que se soube haver intenção na causa da morte prematura e sofrida de centenas de milhares dos pais e filhos, avós e irmãos, amigos e gente em geral deste país. Esse feito da CPI, e dos que a empurraram, já bastaria para justificá-la. A CPI que o presidente do Senado precisou ser arrastado pela ministra Cármen Lúcia, em nome do Supremo, para instalá-la.

Artigo publicado originalmente em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/2021/08/a-lenga-lenga-da-construcao-de-harmonia-entre-os-poderes-e-farsa.shtml

Última atualização em Seg, 23 de Agosto de 2021 05:47
 
Xadrez da Tempestade perfeita contra Bolsonaro, por Luis Nassif
Dando o que Falar
Dom, 22 de Agosto de 2021 06:20

Luis_Nassif3Forma-se a tempestade perfeita. E, desta vez, contra Bolsonaro. Aparentemente, o pesadelo bolsonarista entra na fase agônica. Em breve, será substituído por outros pesadelos, de um país que abdicou do senso civilizatório.

 
Cabul, game over. Por Atilio Boron
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Qui, 19 de Agosto de 2021 06:35

atilio-boronPela primeira vez na história, Biden terá que negociar com duas potências que Washington define como inimigas e que também selaram uma poderosa aliança

 
O Emirado Islâmico do Afeganistão está de volta com um estrondo. por Pepe Escobar
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Qui, 19 de Agosto de 2021 06:29

Pepe_EscobarAo final, o momento Saigon aconteceu mais rápido do que esperavam os "especialistas" dos serviços de inteligência do Ocidente. Essa é para entrar para os anais: quatro dias frenéticos

 
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Qui, 19 de Agosto de 2021 05:55

eric-nepomuceno2A esta altura, ninguém com um mínimo de lucidez tem direito de se surpreender com o demencial destempero de Jair Messias. Pode ser – e é – preocupante a insistência com que se mantém absolutamente furioso, carregado de uma agressividade que ninguém consegue conter.

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Direita encontra um candidato para chamar de seu. Por Denise Assis
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Qui, 19 de Agosto de 2021 05:48
 
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