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Um gesto de estadista: o verso e o inverso. Por Claudio Guedes
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Seg, 08 de Fevereiro de 2021 05:37

Claudio_GuedesLula, o líder petista caçado com voracidade ímpar pelos conservadores brasileiros com apoio de grande parte dos que se dizem liberais, volta ao protagonismo ao lançar como candidato ao pleito de 2022 seu companheiro de partido, Fernando Haddad.
Lula, um líder popular respeitado por milhões de brasileiros que não se dobram ao canto desafinado dos liberais entreguistas e dos nacionalistas autoritários, possui uma ligação histórica com a maioria excluída da nação e poderá ser um guia formidável à Haddad nesta árdua caminhada.

Fernando Haddad é um grande quadro político.
Na minha opinião, o melhor desta geração de políticos que nasceram após os anos 60. Foi um ótimo ministro da Educação (2005-2012), um bom prefeito de São Paulo (2013-2017) e, como candidato, no auge do linchamento do PT pela mídia reacionária e pela justiça manipulada, teve um grande desempenho como candidato à presidência da República em 2018.


E não só


Fernando Haddad é um humanista, um intelectual com sólida formação em direito, economia e filosofia pela USP, a grande universidade brasileira. Um político com qualidades intelectuais, morais e humanistas é tudo que precisamos neste momento crítico que o país atravessa. O contraponto necessário ao atual presidente da República, um político sem qualidades, um desqualificado moral, racista, preconceituoso, misógino e autoritário.


Fernando Haddad é o verso. A linha que representa  sentido do que significa um político: um líder humanista, preparado intelectualmente, um homem do diálogo, do entendimento.
Jair Bolsonaro é o inverso. Representa a escória da política, a desumanização, a estupidez que produz destruição social, ambiental e cultural. Um negacionista, um ignorante com sua visão rasa da vida social, que contribuiu para a morte de milhares de brasileiros no enfrentamento da pandemia da COVID19 e sequer teve a dignidade de chorar os mortos.
O país precisa, e muito, de uma liderança como Fernando Haddad.

E precisa, e muito, de uma liderança popular como Lula para ajudá-lo nesta longa e difícil caminhada.

Há esperança.

Vamos trabalhar.

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