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Viola de Doze e O Pretinho agitam o 40º Carnaval do Bloco do Cajá
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Qui, 13 de Fevereiro de 2020 15:14

Viola_de_Doze_e_O_Pretinho_no_cajaCom 18 anos de carreira e considera uma das bandas de samba mais tradicionais da Bahia, a Viola de Doze é uma das atrações do Bloco do Cajá, que completa 40 anos de desfiles no circuito Osmar (Avenida), no Carnaval de Salvador. A agremiação, fundada por Lourival Cajá e Silvia Negona em 1980, também contará com o show da banda O Pretinho, uma das novas promessas da música baiana.

No 40º aniversário, o Bloco do Cajá desfilará dois dias. No sábado (22), comandado por O Pretinho, e na segunda-feira (24), sob o suingue da Viola de Doze que, inclusive, promete animar os foliões da agremiação ao som da canção “Isso é Lenda”, umas das grandes apostas da banda. “Homem casado não sabe sambar? Isso é lenda na Bahia. Quando ele chega no samba de roda, a cintura remexe. Inclina o corpo, não perde o compasso. Ele desceu, ele desceu, ele desceu até o chão...”, diz trecho da envolvente canção.

A casadinha para cada dia desfile custa apenas R$ 50. Ter um valor acessível é um dos objetivos de Oswaldo Cajá, filho e herdeiro do Bloco do Cajá, que desfila com mais de dois mil carnavalescos. “A ideia da agremiação sempre foi de ser um espaço acessível e democrático para o folião, seja ele soteropolitano, seja turista de qualquer parte do mundo. O bloco é da diversidade, do povo, do verdadeiro carnavalesco”, afirmou Cajá.

Estreante no Bloco do Cajá, a banda Viola de Doze promete trazer muito samba raiz para o circuito Osmar. “É a primeira vez que iremos puxar o bloco e já era um sonho do Cajá pai. Vamos levar os principais hits do samba da Bahia e a nossa energia pra contagiar todo o bloco”, revelou, animado, o cantor da banda, Helon.

Bloco Amigos do Cajá - No ano de 1980, Lourival Cajá e Silvia Negona juntaram um grupo de amigos hippies e saíram pelas festas de largo baianas. De Arembepe a Festa de Iemanjá, os amigos do Cajá iam juntos. Até que, neste mesmo ano resolveram sair no carnaval e formaram um cordão (como eram chamados os blocos nos idos dos anos 80). Essa reunião de foliões deu tão certo que continuou nos anos seguintes como uma Associação Beneficente Recreativa e Cultural, com o objetivo de animar e entreter os amigos de seu fundador, por isso o nome Amigos de Cajá. Com o passar do tempo, o que era um encontro de amigos se expandiu e mobilizou pessoas de diversos bairros de Salvador, como a Federação, Liberdade, Cidade Baixa e Centro. No ano de 2017, o fundador do bloco morreu e quem assumiu a presidência da associação, assim como o comando do bloco foi seu filho Osvaldo Cajá, que continua mantendo acesa a chama carnavalesca e alegre de seu pai. O herdeiro promete tornar ainda mais viva a criação do pai com melhorias e inovações a serem implantadas no bloco e associação.

Banda Viola de Doze - Formado por doze músicos experientes no cenário baiano, a banda não se chama assim apenas pelos 12 integrantes, mas também por ter como principal instrumento a viola de doze cordas, pouco utilizada por grupos baianos e que tem tudo a ver com o samba de raiz, o autêntico samba de roda do recôncavo baiano. Suas canções, embaladas pelo ritmo mais antigo da música, o samba de roda, surgido no século XVIII, trazido pelos escravos de angola, invadiu a periferia, o gueto e as ruas soteropolitanas. Foi criada em agosto de 2002, pelos músicos Helon e Menininho, cantores e líderes do extinto grupo Feras Potentes. Com os sucessos, “Mulequeira”, “Tô Contente”, "Xula Verdadeira", entre outras inéditas, o samba de roda da Bahia ganhou destaque na programação das rádios de todo o Nordeste. Desde o ano de 2005, o grupo está presente na Avenida quase todos os dias de folia. Em 2006, foi escolhida como a melhor banda de samba do Carnaval, ganhando o troféu “Eu Sou o Samba”.

O Pretinho - Com três anos de estrada, a banda que é remanescente da Samba do Pretinho, é formada por seis componentes: Junior no vocal, Ivan no cavaquinho, Michael no violão, Mário e Junior na percussão e Marcílio na bateria. O trabalho da banda se caracteriza pela mistura de ritmos e em seu vasto repertório, músicas dos mais variados estilos animam o fiel público da banda, embora o gênero principal seja o samba. Embora sejam considerados recentes no mercado musical da Bahia, já conseguiram participações com artistas de nível nacional como Saulo, o sambista Dudu Nobre e a banda percussiva Olodum. A música de trabalho escolhida para a nova temporada é ‘’O Pretinho é Bom’’ que compõe o álbum Mistura de Ritmos, o segundo da carreira, e já faz o maior sucesso nas redes sociais com mais de 7 mil visualizações.

 

SERVIÇO:

Onde: Circuito Osmar (Avenida)

Quando: Dias 22/02 (sábado) e 24/02 (segunda)

Preço: R$ 50 (casadinha)

Ponto de vendas: Loja Infotec, na Ladeira dos Galés, Brotas; Balcão Samba Vivo, no piso L2 do Shopping Piedade, Rua Conselheiro Junqueira Ayres, Centro.

Contato para vendas: (71) 98664-0511

@blocodocaja

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