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Manchas de óleo nas praias podem causar danos graves à pele
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Qua, 16 de Outubro de 2019 15:02

Juliana_Chieppe__Foto__DivulgaoNas últimas semanas, o Nordeste tem sido assolado por uma quantidade substancial de manchas de óleo espalhados na beira das praias. Detectadas pela primeira vez na Paraíba, no fim de agosto, as manchas já chegaram, até o dia 14 de outubro, em 166 locais do Nordeste. A Bahia foi o último estado da região a ser atingido pelas manchas, com 22 áreas afetadas, incluindo Vilas do Atlântico, Guarajuba e Praia do Forte.

Em Salvador, as manchas já são visíveis em praias como Piatã, Itapuã, Praia do Flamengo, Jardim de Allah e Jardim dos Namorados, e embora a origem das manchas ainda seja nebulosa, o fato é que elas oferecem muitos riscos à saúde. É por conta disso que a Dra. Juliana Chieppe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), dá algumas dicas para evitar o prejuízo advindo das manchas.

De acordo com a especialista, é difícil precisar a toxicidade desse petróleo, uma vez que cada poço tem propriedades distintas, com mais ou menos substâncias tóxicas. Entretanto, é certo que o contato do óleo com a pele pode causar uma doença chamada Dermatite de Contato Aguda, uma irritação caracterizada pela vermelhidão, coceira e ressecamento, levando de 6 a 24 horas para se manifestar. Por ser denso, o petróleo fica impregnado na pele, provocando essa dermatite, e em casos mais graves, queimaduras.

Segundo a dermatologista, o tempo de exposição é essencial no cálculo de danos para os banhistas. A Dermatite de Contato Aguda pode acontecer após a mínima interação direta com a pele, dependendo da suscetibilidade do órgão. O contato prolongado pode acabar levando a um quadro de elaioconiose, cistos causados pela obstrução dos poros com o óleo. Contudo, esse é um risco mais comum para pessoas que lidam cronicamente com o petróleo, como quem trabalha com isso.

Dra. Juliana ainda alerta que idosos e crianças são mais suscetíveis à dermatite, pelo fato de terem a pele mais sensível, geralmente mais fina, facilitando a absorção da substância. Já em adultos, que possuem uma pele mais rígida e grossa, a aderência é mais difícil. Mas mesmo com as especificidades de cada idade, é importante ressaltar que os efeitos do contato do petróleo variam muito a partir da pele de cada indivíduo.

“Para que a situação seja grave para a saúde, é preciso um contato repetido e prolongado, a ponto do organismo absorver substâncias tóxicas e inseri-las na corrente sanguínea. Mas se houver contato com a pele, a recomendação é lavar rápido com água e sabão. Caso a pessoa tenha reação alérgica, procurar urgentemente atendimento médico”, explica a dermatologista, que é sócia da Clínica Sá e Chieppe.


Para saber mais sobre o trabalho da Doutora, basta acessar o site www.saechieppedermatologia.com.br.

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