Salvador, 20 de July de 2018
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Nossos Baianos
Sobre advogar nessa terra. Por Naiara Negreiros
Qua, 18 de Julho de 2018 18:43

Naiara_NegreirosAdvogado não advoga apenas, advogado têm como função, obrigatoriamente, fazer o trabalho do servidor e pedir favor.
Coloquemos a disciplina "puxar saco", porque eu vejo que a maioria dos advogados (as) estão se adaptando a esse novo modelo de atuação e entendem que isso é educação.

 
"De ingresias e outras chibanças" Por Jaciara Santos
Qua, 18 de Julho de 2018 18:27

Jaciara_SantosMuita gente, aqui & alhures, não entende os motivos de eu andar tão metido ultimamente, mas vou tentar explicar. A culpa é de gente do naipe de Jaciara Santos.

Ouçam o que a criatura acaba de publicar. Por estas e outras, muitas outras, que tenho mandado a modéstia às favas. Quero nem saber.

Às aspas, maestro. (E cocem o bolso, rebain de disgrama. Chegou nova remessa, mas já vai acabar, aviso logo).
Franciel Cruz

"De ingresias e outras chibanças" por Jaciara Santos

Uma amiga querida pede sugestões de livros aqui no Face. Eis que, nos comentários, brota uma torrente de autores consagrados: de Guimarães Rosa a Saramago, passando por Mia Couto, Euclides da Cunha e até o soturno adorável Edgar Allan Poe, entre outros. Nem penso duas vezes. Como se sob o efeito de substâncias (não) autorizadas pela Carta Magna, disparo a única sugestão possível na atual conjuntura: a maior obra do século dos últimos dias, a emblemática e porque não dizer catártica, libertadora e depuradora (será que exagerei?...) Ingresia, do bispo Franciel Cruz.

Muito tem-se falado sobre a egrégia publicação. Mas, recorrendo à muleta dos poucos letrados, faltam-me as palavras para descrever esta que é a maior obra de todo o Norte/Nordeste de Amaralina e de um pedaço de Sergipe. Peraê, agora é sério. Vamos parar com essa falta de esculhambação, rebain de herege. O seguinte é esse: já deu pra sacar que o vocabulário da gente se divide em antes e depois da leitura do Ingresia, né? Impossível ficar imune à leitura do livro do bispo. Parece que o palavreado gruda nazideia: a gente deixa o livro, mas o livro não deixa a gente.

Foram duas semanas de amancebamento despudorado. E duas, porque, propositalmente, eu ia prolongando a leitura. Voltava em algumas partes. Marcava, lia, ria, gargalhava, gozava,chorava. Sim. Porque – como diz a velha canção popular – o que dá pra rir também dá pra chorar. É que bateu forte a saudade ao (re)lembrar histórias de Irecê, o jornalista, não o município, em “Ecos do Bonfim de antanho” e foi impossível não ouvir o sotaque carregado de chinfra do velho Vicentão naquele “Rio Vermelho banhado de sangue”.

As gargalhadas foram abundantes (opa!) ao longo da obra, mas nada comparável à crise de riso incontrolável provocada pela tragicomédia (ou seria um hilariante tragédia?) de “O Amor no tempo da indelicadeza”. Ainda é difícil não rir, mesmo tendo relido o texto a ponto de já saber a história de cor e salteado. Detalhe: li a primeira vez, no ferry Ivete Sangalo, trajeto Salvador-Bom Despacho, horário das 14h, em um dia de semana. Existe algo mais constrangedor do que uma pessoa rindo sozinha de forma tresloucada? Pois é, o bispo me fez pagar esse mico. Juro!

Se a, digamos, incontinência fecal do protagonista d'O Amor no tempo da indelicadeza ainda me faz cócegas, as cagadas de gestores (pseudos e de à vera) resenhadas nos escritos francielescos só deixam um travo na garganta e confirmam o axioma do autor: “A vida (na Bahia) não é filme. É inconsequentemente mais insana.”

Mas, voltando à indicação de livros solicitada pela amiga, não me ocorre nada além das ingresias do bispo Françuel. Guimarães Rosa e Saramago, meuzamores, desculpem aê, mas, não tem jeito: o livro do ano desta semana é Ingresia. Bote fé".

 
E la nave va. Por Marconi Arap
Dom, 15 de Julho de 2018 06:27

Marconi_ArapQuando eu tinha 19 fiz vestibular e não passei. Na época pra mim só seria possível fazer faculdade pública. A gente não tinha dinheiro pra isso de fazer faculdade particular. Lembro da minha mãe: "Filho de pobre só estuda até o segundo grau.

 
Tartaruga ninja e outras conversas no meio. Por Sergio Siqueira
Dom, 15 de Julho de 2018 06:18

Sergio_SiqueiraO povo baiano é "cordeiro" e acostumado a grandes sacrifícios e humilhações. As filas para pagar uma conta de luz com pessoas "viajando" de um bairro para o outro e gente dormindo na rua, é o ápice desse desprezo pelos mais pobres.

 
A justiça federal negou a liminar para suspender a obra do BRT do ACM Neto. Qual a novidade? Por Walter Takemoto
Qui, 12 de Julho de 2018 02:54

Walter-TakemotoAs manchetes dos jornais e blogs baianos anunciam que na noite de ontem a juíza da 14a vara da justiça federal negou liminar para as ações impetradas pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil, Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal que pediam o embargo imediato das obras do BRT que o ACM Neto realiza em Salvador.

 
A fratura exposta no judiciário do golpe. Por Walter Takemoto
Seg, 09 de Julho de 2018 06:00

Walter-TakemotoA decisão do desembargador do TRF 4 de conceder habeas corpus ao Presidente Lula e conceder o alvará de soltura, por três vezes, denúncia para todo o mundo que a grande maioria do judiciário brasileiro é parte integrante do estado de exceção em que se encontra o país.

 
Um olho no jogo, outro no jambu. Por Juca Ferreira
Seg, 02 de Julho de 2018 08:09

Juca-Ferreira2Tentamos, no Ministério da Cultura - MinC, aprovar uma legislação para defender nossos conhecimentos tradicionais. Mas não havia entendimento acerca da importância do gesto. Parecia a muitos uma manifestação de culturalismo inconsequente.

 
Educar para quê? Por Sergio Sobreira
Seg, 02 de Julho de 2018 03:52

Sergio_SobreiraO verbo EDUCAR (transitivo direto) é dar (a alguém) todos os cuidados necessários ao pleno desenvolvimento de sua personalidade, é transmitir saber; ensinar; instruir.

 
Domingueiras LXXXIII
Dom, 01 de Julho de 2018 06:55

Sergio_Guerra2Antes de começar o recesso de julho, o Supremo Tribunal Federal, STF, tomou algumas decisões que nos permitem supor uma provável nova postura no que se refere às resoluções da I e II Instâncias, ainda que possam também ser

 
Gabrielli: governo Lula/Dilma era 'pedra no sapato' norte-americano. Por Vitor Nuzzi
Sáb, 30 de Junho de 2018 08:22

Jose_Sergio_GabrielliPara ex-presidente da Petrobras, Brasil envolveu-se em uma disputa geopolítica e golpe ajudou a destruir um projeto nacional. Ele não nega corrupção, mas lembra que ninguém do PT foi envolvido.

Última atualização em Sáb, 30 de Junho de 2018 08:27
 
Calminha querida. Por Marcelo Veras
Qui, 28 de Junho de 2018 05:38

Marcelo_VerasEssa expressão me foi apresentada pelo Prof. Waldomiro Silva Filho quando discutimos o conceito de injustiça epistêmica no meu grupo Pinaúna, Psicanálise na universidade. Antes de tudo, para os que estiverem enfastiados, aviso que esse será mais um comentário sobre o episódio Manuela d'Ávila no programa Roda Viva.

 
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