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Esptáculo "A Mulher de Roxo, Jayme Figura e Outras Figuras"
Sábado 22 Janeiro 2022, 19:30

Acessos : 417

Espetáculo “A Mulher de Roxo, Jayme Figura e Outras Figuras”.

Direção Adson Brito do Velho.

Dias 22, 23, 29 e 30/01 (sábados e domingos).

Horário 19:30.

Local Espaço Cultural Casa 14, Rua Frei Vicente, 14, Pelourinho, próximo do

Theatro XVIII

Valor 30,00 (inteira) e 15,00 (meia/estudantes, idosos e professores).

Indicação Livre.

Elenco Alexandro Beltrão, Admilson Vieira, Sofia Bonfim, Regis Spiner e

Rowena Ferri.

Vendas Ingressos no local, nos dias das apresentações, ou reservas pelo (71)

98631 3242.

  • Nos dias dos espetáculos, uso obrigatório de máscaras!

SOBRE A PEÇA

“A Mulher de Roxo, Jayme Figura e Outras Figuras”, nasceu a partir das matérias publicadas no grupo do Facebook, Salvador Tem Muitas Histórias, que objetiva fazer um resgate da memória história de Salvador.

“Uma simples ideia de um professor de história, acabou caindo nas graças da galera na internet” (Jornal Massa!, 08 e 09/01/22)

Diariamente, milhares de membros (17 mil) interagem no grupo, sobre as personalidades e lendas urbanas de Salvador, dentre outros assuntos relacionados à História da Bahia.

A partir dos 6 posts mais visualizados e comentados no grupo, a história de cada um deles, é levada ao palco, durante 1 hora e 15 minutos.

A montagem relata passagens importantes de personalidades que viveram/vivem em Salvador, do século XIX ao XXI

São retratados na montagem: a Mulher de Roxo, Jayme Figura, Irmã Dulce, Floripes, Amilton, o tratorista e João Estanislau da Silva Lisboa.

NARRADORES

Passagens das vidas dos personagens, são narradas por Carlos Pronzato (cineasta argentino), Aline Nepomuceno (atriz), Léo Kret (dançarina trans), Liana Cardoso (apresentadora de rádio e Tv), Cláudio Sacramento (radialista da Metrópole FM).

TEXTO E DIRÇÃO

Adson Brito do Velho.

Licenciado em Filosofia (UCSal), concursado em História, pela rede estadual de ensino da Bahia (1993).

Psicólogo (UFBa), especialista em Neuropsicologia e diretor teatral.

Dirigiu “A Falecida”, um dos mais importantes textos clássicos da dramaturgia nacional, escrito em 1953, por Nelson Rodrigues (1912-1980), e encenada na Escola de Teatro da UFBa, no ano de 1989.

Escreveu, dirigiu e atuou em “A Vingança do Padre”, “Almas Acorrentadas”, “Diários de Psicopatas”, dentre outras.

Protagonizou “O (des) Eleito”, sob a direção de Carlos Pronzato.

Participou, com Harildo Deda, Hebe Alves, Jolivaldo Freitas, Sérgio Guerra, Clarindo Silva, Walter Queirós do documentário “A Cidade do Poeta”, produzido por Jorge Pacoa, dirigido por Jomar Brasileiro (disponível no YouTube).

PERSONAGENS

1 - A MULHER DE ROXO.

Uma das mais conhecidas e intrigantes lendas urbanas da cidade de Salvador.

Interpretada por Rowena Ferri, narrada por Aline Nepomuceno, atriz que interpretou Dandara, a namorada do personagem de Lázaro Ramos, na série global Ó, Paí, Ó

Envolta em mistérios, pouco se sabe sobre a Mulher de Roxo, que nasceu em Salvador, no ano de 1917.

Até o seu verdadeiro nome é controverso, uns dizem que se chamava Florinda, outros, Doralice. E há quem afirme, que se chamava Nair ou Sandra.

Vivia pela rua Chile, na porta da antiga Loja Sloper, pedindo dinheiro aos transeuntes.

Vestida de roxo, lembrando o hábito de uma freira, com um crucifixo, pendurado no pescoço, despertando os mais variados tipos de sentimentos nas pessoas: curiosidade, espanto, compaixão, e principalmente medo.

São varias as versões, sobre o porquê da Mulher de Roxo passar a viver nas ruas: presenciou o pai assassinar a mãe dela, sofreu uma desilusão amorosa, foi abandonada no altar no dia do casamento, era mulher de muitas posses e perdeu tudo...

São muitas versões, típicas de uma verdadeira lenda urbana.

Morreu em 1997, aos 80 anos e foi sepultada como indigente.

2 - FLORIPES, A PRIMEIRA TRAVESTI ASSUMIDA DE SALVADOR.

Benedito Matos, pobre negro e homossexual, entrou para a história da cidade como Floripes, considerada como a primeira travesti assumida de Salvador.

Floripes é interpretada por Regis Spiner e narrada por Léo Kret, famosa dançarina trans, representante de parte do segmento LGBT baiano.

Nos anos 60, 70 e 80, Floripes enfrentou toda uma sociedade machista da época, lutando e resistindo para ocupar os espaços de visibilidade social.

A travesti vivia pela Baixa dos Sapateiros, Rua Chile, Barroquinha, Ladeira da Montanha, Feira de São Joaquim, nas missas e terreiros de candomblé da cidade.

Quando passava pelo centro da cidade, Floripes era ovacionada e aos transeuntes faziam uma verdadeira festa, hoje, uma lacração.

Alguns gritavam, “Floripes, viado!!!”, mas ela não ligava e saia rebolando e sempre dizia, “Só se vê, na Bahia”.

Era uma figura solar, animada e era conhecida como “a alegria da cidade”, e trabalhava fazendo faxinas, lavando roupas, e como cozinheira no Mercado São Miguel, na Baixa dos Sapateiros.

No dia, 03 de julho de 1984, ao chegar no local de trabalho, e ser recebida com festa pelos colegas, Floripes foi brincar com um biscateiro, que comia em uma marmita.

A animada travesti pegou um pedaço de carne na marmita e recebeu um violento soco e bateu a cabeça, morrendo em conseqüência de um traumatismo craniano.

O assassino, na época, confessou sobre a motivação de ter matado a transformista: “Não tinha nada contra ele, mas a alegria dele, me incomodava”.

Floripes, morta de forma brutal e covarde, só por que era feliz.

O diretor da peça, Adson Brito do Velho, participou de duas matérias falando sobre Floripes, no Correio: 28 e 29/11/20 (André Uzeda) e 29/03/21 (Monique Lôbo).

3 - AMILTON, O TRATORISTA.

A comovente história de Amilton dos Santos, o tratorista que, em um ato de coragem, humanidade e justiça social, desafiou a Justiça, recusando-se a derrubar casas na Palestina, bairro periférico de Salvador.

Interpretado por Admilson Vieira e narrado por Carlos Pronzato, ativista social e cineasta argentino, com mais de 70 documentários no currículo, como A Revolta do Buzu, Mestre Moa do Katendê, A Greve Geral de 1917, dentre outros.

Ocorrido em 02 de maio de 2003, ganhando visibilidade nacional (principais jornais e revistas do país), o tratorista foi entrevistado em programas como Fantástico, Caldeirão do Hulk e Programa do Gugu.

A história, que até hoje emociona os brasileiros, foi tema do primeiro capítulo na novela global, América, de Glória Perez.

Amilton dos Santos foi homenageado também, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

4 - JAYME FIGURA.

Andarilho que vive pelas ruas de Salvador, com suas vestes, que lembram uma armadura metalizada, confeccionada com couro, metais enferrujados e objetos descartáveis.

Interpretado pelo ator Admilson Vieira, narra passagens do artista plástico, que usa o próprio corpo para difundir a sua arte, que retrata o caos urbanos em que estamos mergulhados.

Nunca mostrando o rosto em público, e assim despertando, ainda mais, a curiosidade de baianos e turistas.

A grande indagação é: o andarilho urbano, se esconde, de quem? Ou se esconde, de si mesmo?

5 - IRMÃ DULCE.

A trajetória de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, que desde jovem decidiu acolher e dedicar-se a cuidar de moradores, que viviam em situação de vulnerabilidade social (crianças, idosos, doentes...).

Interpretada por Sofia Bonfim e narrada por Cláudio Sacramento, radialista da Metrópole FM, da Bahia.

Narra passagens da vida do Anjo Bom da Bahia, que após a comprovação de dois milagres, foi canonizada e pelo vaticano, como Santa Dulce dos Pobres.

Em uma das passagens da santa baiana, é retratado o milagre e cura de João Maurício que voltou a enxergar, depois de 14 anos completamente cego, após uma oração fervorosa para Irmã Dulce.

6 - JOÃO ESTANISLAU DA SILVA LISBOA.

A famosa história da “bala de ouro”, envolvendo a jovem Júlia Fetal e o professor João Estanislau, que dominado pelo ciúmes, não aceitando o término do noivado, manda confeccionar, com as alianças do próprio noivado, uma bala de “ouro”, matando a jovem de 22 anos.

Interpretado por Alexandro Beltrão e narrado por Liana Cardoso, radialista e apresentadora de TV.

O crime da “bala de ouro”, ocorrido em 1847, nos dias de hoje, seria classificado como feminicídio.

Na montagem, há passagem do encontro de João Estanialau com o Imperador D. Pedro II, que ofereceu o indulto (perdão) ao professou, que recusou, preferindo cumprir toda a pena no Forte do Barbalho, em Salvador.  

FOTOS

Fael Brito.  

 

Valor R$ 30 (inteira) e R$ 15,(meia/estudantes, idosos e professores).

“A Mulher de Roxo, Jayme Figura e Outras Figuras”, nasceu a partir das matérias publicadas no grupo do Facebook, Salvador Tem Muitas Histórias, que objetiva fazer um resgate da memória história de Salvador.

Localização  Espaço Cultural Casa 14 - Pelourinho
Rua Frei Vicente 14 – Pelourinho
Brasil/Bahia/Salvador
41613-104
(71) 3322-1492 | 99317-0008

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