Uma lei chamada Aldir Blanc
Aldir daria uma gostosa gargalhada, sentaria em sua poltrona preferida e tomaria uma gelada, se lhe chegasse a notícia que o seu nome virou nome de Lei. A notícia daria uma sacudida num modorrento fim de tarde de uma Tijuca em quarentena.
Fazendo troça, Aldir ia praguejar: “não sou candidato a nada, meu negócio é batucada” , parafraseando o samba Plataforma de João Bosco. Ia fingir certa indignação com a formalidade da coisa – afinal, uma Lei é uma Lei! Mas depois ia cantarolar: “Quaquaraquaquá , quem riu? Quaquaraquaquá, fui eu!”
Uma Lei de Emergência Cultural precisava de um patrono como Aldir, poeta de palavras urgentes em versos e prosas. A cultura brasileira é a esperança equilibrista, é o bêbado trajando luto que lhe lembrou Carlitos. Neste momento em que choram Marias e Clarices, precisamos de Aldir Blanc como nome desta Lei, a nos lembrar para sempre que o show de todo artista tem que continuar.
*SALVE A LEI DE EMERGÊNCIA CULTURAL ALDIR BLANC!*
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Saudações Culturais
*Articulação Nacional Emergência Cultural*
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A hora é de união e mobilização permanente!
