Bregas que você quase esqueceu com Julinha

O projeto que se tornou um dos queridinhos da cena cultural soteropolitana completa 12 meses resgatando clássicos do brega, forró das antigas, arrocha, calypso e outros gêneros que cantam o amor. Ao longo deste primeiro ano, Julinha trouxe um repertório que emociona e faz dançar, cantando releituras de sucessos de Odair José, Diana, Reginaldo Rossi, Calcinha Preta, Limão com Mel, Pablo, Joelma e outros ícones do que ela chama de “música romântica mal compreendida” — canções rotuladas como “ruins” para invalidar o protagonismo do que é cantado e consumido pelo povo.
Sobre a artista:
Natural de Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia, Julinha carrega em seu DNA musical as influências da infância interiorana, do som do rádio e das manifestações culturais locais. Sua relação artística com a música brega começou com o grupo Brega y Cana, em 2022, ano em que também gravou uma releitura de ‘Tortura de Amor’, de Waldick Soriano.
Em 2024, ela lançou o projeto ‘Bregas que você quase esqueceu’, propondo reconexão com gêneros que cantam o amor. Duas vezes finalista do Festival de Música Educadora, a artista aprendeu a admirar desde os cânones da MPB até os cantores anônimos de bares, construindo um repertório que dialoga com diferentes gerações.
Formada em publicidade e graduanda em Música Popular pela UFBA, ela deu início à sua carreira artística em 2018, no Samba do Vai Kem Ké, ao lado de Maestro Augusto Conceição, até finalmente começar seu trabalho solo, em 2022.
Informações adicionais
Publicado por -
Valor -
Contato - (21) 96949-2044
Periodicidade -