Obras de Ed Ribeiro impulsionam o ‘mercado de colecionadores de arte’ no Brasil e atraem empresários e investidores
Além de obras no acervo pessoal de Emmanuel Macron, o artista plástico possui mais de 50 obras arrematadas por colecionadores baianos, como Joaci Góes, Roberto Oliva e Arnaldo Costa Jr.
O mercado de ‘colecionadores de arte’ no Brasil encontrou em Ed Ribeiro, o Pintor dos Orixás, uma inspiração para ressignificar a identidade afro-brasileira. Conhecido mundialmente pela técnica ‘Derramamento de Tinta’, seu acervo de obras pessoal atravessam as galerias de Salvador à Paris, atraindo investidores internacionais à Catu e ao Recôncavo Baiano.
Cruzando as fronteiras da França, Estados Unidos e Alemanha, o pintor já ocupa a galeria pessoal dos presidentes Emmanuel Macron e Lula, além de outros nomes conhecidos na esfera política e artística, como Geraldo Alckmin, Jaques Wagner, Paulo Coelho, Carlinhos Brown e Ivete Sangalo.
No circuito de colecionadores de arte da Bahia, mais de cinquenta obras do artista já foram arrematadas por empresários da cena, com destaque para o advogado, escritor e intelectual, Joaci Góes; o empresário Roberto Oliva; o casal Francisco e Alessandra Bastos; além do advogado Arnaldo Costa Jr., que possui uma ampla galeria com mais de 10 obras assinadas com exclusividade por Ed.
Para o artista, que começou à pintar com 52 anos, ter suas obras contempladas em galerias do mercado regional ao internacional, é uma grande conquista. “Cada obra que entra para o acervo de um colecionador representa mais do que um reconhecimento comercial, é a confirmação de que meu trabalho dialoga com cultura, memória e espiritualidade e que essa trajetória de reinvenção continua abrindo portas e despertando interesse”, afirma.
Com obras que permeiam a cultura africana e o panteão de Orixás, Ed Ribeiro ficou conhecido por dar forma aos quadros: Xangô, Iemanjá, Oxalá, Santa Bárbara, Iansã, São Jorge e Oxóssi. “É a identidade afro-brasileira presente em cada tela que deu novo significado ao mercado de colecionadores no mundo. Ao imprimir nossa cultura e ancestralidade, eu consigo mostrar que a arte não é um mero objeto de investimento, mas um veículo único de memória e resistência “, conclui.
