Sarau de Se7e com AnaJu Salomão, Anderson Shon, Sandro Sussuarana, Blenda Santos, Jocelia Fonseca, Ludmila Singa, Marcus Vinícius, Stella Azevedo, Yandra Goés, Beatriz Tuxá, Tarry Crisyina e Jerfson Pereira

O Sarau de Se7e realiza sua 9ª edição no dia 27 de março de 2026, às 19h, no Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), localizado no Largo Dois de Julho, em Salvador. Gratuito e aberto ao público, o encontro reafirma seu compromisso com a diversidade, a ancestralidade e a resistência cultural, promovendo a produção poética contemporânea em diálogo com as matrizes afro-indígenas brasileiras.
Marcando o mês dedicado ao Dia Internacional das Mulheres e abrindo caminhos para abril, período tradicionalmente dedicado à reflexão sobre os povos originários, a edição reúne as vozes de AnaJu Salomão, Anderson Shon, Sandro Sussuarana, Blenda Santos, Jocelia Fonseca, Ludmila Singa, Marcus Vinícius, Stella Azevedo e Yandra Goés, artistas que apresentam diferentes perspectivas da poesia contemporânea conectadas à memória, identidade e território.
Integrando a performance da noite, estará Beatriz Tuxá, poeta, cantora e compositora indígena do povo Tuxá, do Oeste da Bahia. A artista desenvolve projetos voltados à valorização, preservação e fortalecimento das culturas dos povos originários, unindo música, poesia e ancestralidade em suas criações.
A apresentação ficará por conta da mestra de cerimônias Tarry Crisyina, pedagoga e formadora em Educação das Relações Étnico-Raciais. O evento contará também com a presença do músico percussionista Jerfson Pereira, ogã no Ilê Axé Ogun Wari, que atua em projetos culturais ligados às matrizes afro-brasileiras e à música popular.
O Sarau de Se7e nasce a partir do livro Se7e Passos de Ameixa, idealizado pelo ator, poeta e escritor Ednaldo Muniz. Ao longo de suas edições, o projeto consolidou-se como um importante espaço de afeto, escuta e expressão artística na cidade de Salvador. Com forte atuação comunitária, o sarau reúne poetas, músicos, dançarinos, atores e amantes da literatura, promovendo práticas de educação antirracista e valorização das identidades negras e indígenas.
Para o idealizador, “conhecimento guardado não vence demanda”.
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Valor - Gratuito e aberto ao público.
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Periodicidade - O evento não se repete