Teatro Gamboa tem opção cultural no meio da semana com solos sobre a relação da humanidade com a natureza e protagonismo feminino
Uma oficina de teatro está ocupando as terças-feiras do Teatro Gamboa. Entre 17h e 19h de hoje (20), acontece mais uma aula do projeto ministrado pela atriz, diretora, professora com doutorado em Artes Cênicas e especialização em Psicanálise, Cristina Leifer. Nela, os participantes terão a oportunidade de vivenciar a arte da atuação por meio de um caminho sensível no qual trabalharão temas como atenção, foco, memória e presença. A ação é aberta para qualquer pessoa e tem como objetivo proporcionar a conexão com o tempo presente. O projeto acontece todas as terças de outubro, com 20 vagas no valor de R$50. As inscrições são através do https://forms.gle/3hiYMpXktfyqnktE9.
Amanhã (21), às 19h, volta ao palco do Gamboa o solo “Brota Mundos”, com o ator e ativista ambiental Demian Reis. A peça trata sobre a relação da humanidade com a natureza, crise climática e dos artistas que não são celebridades na sociedade digital. Em cena, o ator assume o papel de uma árvore, em uma linguagem ancorada na expressão corporal, em fragmentos de textos, poesia e canções do autor cantadas à capela. Os ingressos custam R$15/R$30 para assistir presencialmente, ou R$15 para assistir na plataforma virtual do Teatro Gamboa.
Na quinta-feira (22), às 19h, “Cor-de-Rosa Choque” assume a programação, inspirada na história em Quadrinhos de mesmo nome, escrita e ilustrada por Rita Rocha, atriz em cena sob a direção de Demian Reis. “Cor-de-Rosa Choque” coloca o protagonismo feminino em cena com poesia e humor a partir de 6 personagens híbridas, uma forma de manifesto pela diversidade de versões que podem habitar cada mulher. Os ingressos custam R$15/R$30 para assistir presencialmente, e R$15 para assistir na plataforma virtual do Gamboa. O tema ganha também uma exposição homônima em cartaz no foyer do Gamboa.
Antes de cada apresentação acontece o CineGamboa, com a exibição do filme “De alguma forma o destino é algo que pode nos pertencer”, de Marcos Alexandre. Nele, um poeta atravessa as ruas do Harlem enquanto reflete sobre o destino e como os caminhos se cruzam e atravessam o tempo. Após cada apresentação, acontece o PapoGamBoa, um bate-papo entre o público e os artistas.
