Grupo Galpão chega a Salvador com o premiado espetáculo (Um) ensaio sobre a cegueira no Teatro Vila Velha, de 13 a 15 de novembro
O espetáculo vem acumulando importante reconhecimento da crítica especializada. Vencedor do prêmio de Melhor Espetáculo da APCA, conquistou no Prêmio Shell de Teatro o troféu de Melhor Direção para Rodrigo Portella e recebeu indicações de Melhor Atriz, para Fernanda Vianna, e Melhor Música, para Federico Puppi. No Prêmio APTR de Teatro, venceu nas categorias de Melhor Produção e Prêmio Marília Pêra, além de ter sido indicado a Melhor Espetáculo, Direção e Iluminação.
As alegorias – e as potentes vírgulas – do escritor José Saramago (1922-2010) encontram a infinitude cênica e poética do Grupo Galpão em “(Um) Ensaio sobre a cegueira”, o mais recente espetáculo da companhia mineira, que chega a Salvador depois de conquistar os principais prêmios do teatro brasileiro em 2025. Inspirada no romance do autor português, vencedor, em 1998, do Prêmio Nobel de Literatura, a peça tem direção e dramaturgia de Rodrigo Portella, e direção musical de Federico Puppi.Na clássica obra – lançada há 31 anos –, uma epidemia assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo. Em tal contexto, questões ligadas à moral, à ética e à vida em comunidade são postas em xeque. Desde a estreia em Belo Horizonte (MG), “(Um) Ensaio sobre a cegueira” já passou por várias cidades brasileiras e alcançou mais de 45 mil pessoas. As apresentações serão no Teatro Vila Velha, nos dias 13, 14 e 15 de novembro de 2026, sexta e sábado, às 19h, e domingo, às 18h. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/vilavelha. O espetáculo conta com o “Ingresso Experiência”, categoria na qual o público poderá vivenciar a peça em uma experiência imersiva e sensorial no palco, guiada pelo elenco. Pessoas maiores de 18 anos poderão participar, aceitando as condições informadas.
O Grupo Galpão ainda traz à cidade duas oficinas gratuitas com o elenco e com a equipe de gestão e uma palestra. São elas: “O ator e o trabalho em grupo” com o ator Júlio Maciel, no dia 12 de novembro, das 14h às 18h, no Teatro Vila Velha, e“Oficina de Produção Cultural”, com a produtora do Galpão, Gilma Oliveira, no dia 14 de novembro, das 9h às 13h, no Teatro Vila Velha. As inscrições gratuitas podem ser feitas pela plataforma Sympla do Grupo Galpão sympla.com.br/grupogalpao. Cada oficina tem 30 vagas, duração de 4 horas e haverá emissão de certificado. Já a palestra para estudantes e professores da rede pública, com o ator e um dos fundadores do Grupo Galpão, Eduardo Moreira, será realizada no dia 12 de novembro, às 10h, na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Av. Araújo Pinho, 292 – Canela) Inscrições gratuitas em: sympla.com.br/grupogalpao.
A Turnê Nordeste abrange quatro cidades e começa em Salvador, de 13 a 15 de novembro, no Teatro Vila Velha. Depois, o Grupo Galpão segue para Recife, de 19 a 21 de novembro, no Teatro Santa Isabel; João Pessoa, nos dias 24 e 25 de novembro, no Theatro Santa Roza, e Aracaju, nos dias 28 e 29 de novembro, noTeatro Atheneu. Em todas as cidades haverá oficinas gratuitas e palestras.
Esta temporada é realizada por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Petrobras e da Vale. Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil.
SINOPSE (Um) Ensaio sobre a cegueira
Estreia: 2025 | Classificação: 16 anos | Duração: 140 minutos | Gênero: Drama
Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.
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Contada por meio da prosa ensaística de Saramago, a história sobre a “cegueira branca” que se espalha em diversas partes do mundo não é apenas uma meditação sobre a perda e a fragilidade humanas, mas, também, uma potente alegoria acerca dos frágeis limites éticos que nos separam da barbárie. “A obra revela o modo como, em um mundo despojado das aparências, enxergamos, realmente, quem somos e o que, em essência, significa ser humano”, destaca Rodrigo Portella, diretor do espetáculo, para quem a narrativa do grande escritor português se revela repleta de paralelismos: “A cegueira pode ser uma metáfora da perda de sentido e do senso de humanidade, assim como de nossa capacidade de enxergar além do que se vê”.
Ator e um dos fundadores do Galpão, Eduardo Moreira ressalta que a parceria com Rodrigo Portella e o projeto de adaptação do romance “Ensaio sobre a Cegueira” representam mais um importante capítulo da trajetória de experimentação e teatro de pesquisa do Grupo. “Em quase 45 anos de atividade contínua, sempre pautamos nossa prática pela busca de novas e desafiadoras experiências, que nos fizessem refletir sobre a natureza do teatro e de como ampliar e diversificar nossos conhecimentos e perspectivas”, comenta.
Segundo Eduardo, o teatro do Galpão está sempre em construção. “Nós nos colocamos como aprendizes, nessa perspectiva, num processo profundamente libertador, que revela nossos limites, ao mesmo tempo em que nos convida a viver novas experiências de risco e experimentação, não só entre nós, mas, também, na comunhão com o público, que sempre foi e continua sendo parte essencial do nosso trabalho”. A questão central de todo o processo de trabalho ligado a “(Um) Ensaio sobre a cegueira”está na elaboração de um ator formulador, que constrói permanente dialética entre narrativa e drama, a partir da obra de Saramago. “A natureza de ensaio, de algo construído no calor do aqui e do agora, na busca por um frescor permanente do acontecimento teatral, foi o impulso primordial da adaptação proposta por Rodrigo Portella, ao abordar a fábula da distopia de um mundo dominado pela metáfora de uma ‘cegueira branca’”.
Também para Eduardo, a ideia de um mundo em que “não cegamos”, mas onde “estamos cegos” – “cegos que veem”, “cegos que, vendo, não veem” – garante a exata dimensão da extraordinária atualidade da obra de Saramago e de sua capacidade de dialogar com as grandes questões e mazelas do nosso tempo. “É um convite para que possamos fechar os olhos e, finalmente, ver”.
Na opinião de Rodrigo Portella, em Saramago, vê -se de algo como o ofuscamento do saber ou a representação da ignorância, da curiosidade e do interesse genuíno no coletivo. “Para mim, a obra é a alegoria, quase satírica, de uma sociedade mergulhada numa espécie de produtivismo capitalista que o próprio Saramago chama de mal branco. Não é sobre não poder ver, como uma deficiência visual, é sobre não enxergar o que se vê”, analisa. “Estamos cegos diante de tanta imagem, perdemos a capacidade de ler o mundo em camadas mais complexas. Quando vou a um museu muito turístico, constato uma cegueira geral. Poucas pessoas veem, de fato, as obras. A maioria, ao contrário, não as enxerga, pois perdeu a capacidade de ler, observar e reter. Elas estão distraídas com suas selfies ‘instagramáveis’, perdidas numa espécie de automatismo”, completa.
No que diz respeito ao processo de trabalho de “(Um) Ensaio sobre a cegueira”, Fernanda Vianna, atriz do Grupo Galpão, destaca, em Rodrigo Portella, características que tornam o projeto ainda mais intenso: “Ele é um diretor afetuoso e respeitoso, que busca, com tranquilidade, uma linguagem autêntica, ao partilhar sua visão com toda a equipe criativa. Tenho aprendido muito, e apanhado um bocado, também! Além disso, a dramaturgia dele é brilhante. Cabe o livro inteiro do Saramago nessa montagem, ou, como disse o próprio escritor, ‘o mundo inteiro está aqui dentro’”. Ela destaca, ainda, que a “cegueira branca” de Saramago retrata a “cegueira moral da indiferença, do egoísmo, da tirania e da covardia, de nossa impotência diante das guerras, dos que têm fome. É uma oportunidade ímpar poder falar sobre isso neste momento”.
A direção musical do espetáculo é do violoncelista, produtor e compositor musical, Federico Puppi, parceiro de Portella em outros trabalhos. Para ele, trabalhar com o Grupo Galpão é como compor “para um instrumento com timbre próprio – cheio de história, personalidade e alma” Afinal: “Cada ator, cada gesto, carrega uma sonoridade única, como se o grupo inteiro vibrasse em harmonia. Criar música para o Galpão é dialogar com essa memória viva, ouvindo o que a cena pede e respondendo com afeto e escuta. Não é apenas música: é ressonância. É esculpir a sonoridade da cena a partir da riqueza evocativa que o grupo propõe, somando a minha identidade”.
RODRIGO PORTELLA, diretor do espetáculo
Diretor e dramaturgo com 30 anos de carreira, Rodrigo Portella é hoje um dos diretores mais reconhecidos da cena teatral brasileira. Seus espetáculos Tom na Fazenda (2017), Ficções (2022) e (Um) Ensaio sobre a cegueira (2025) deram a Portella os mais importantes prêmios do teatro brasileiro: Duas vezes prêmio Shell, Cesgranrio, Bibi Ferreira, APTR e APCA, todos na categoria Melhor Diretor. Tom na Fazenda (Tom a la Ferme) obteve grande sucesso de público e crítica durante longa temporada no Theatre Paris-Villete na capital francesa em 2023 (destaque do Jornal Le Monde) e venceu o Prêmio de Melhor Espetáculo Estrangeiro pela Associação de Críticos do Quebec, Canadá, depois de duas temporadas em Montreal. Nos últimos anos, Portella dirigiu grandes nomes do teatro nacional como Vera Holtz, Marco Nanini, Eduardo Moscovis, Enrique Diaz, Antônio Pitanga, Denise Del Vechio, Kelzy Ecard, Drica Moraes, Soraia Ravenle, Stella Freitas, Analu Prestes, além do Grupo Galpão e a Cia dos Atores. Suas obras ocuparam importantes teatros na França, Alemanha, Suíça, Bélgica, Coreia do Sul, Argentina, Equador, Chile, Portugal, Reino Unido e Canadá. Rodrigo Portella é bacharel e mestre em Artes Cênicas pela UniRio, atualmente vive em Barcelona e é professor titular do curso superior do Instituto Cal de Arte e Cultura.
FEDERICO PUPPI, diretor musical do espetáculo
Federico Puppi, italiano radicado no Brasil, é ator, violoncelista, produtor e compositor musical. No teatro compôs trilhas sonoras para diversos espetáculos, “Enquanto você voava, eu criava raízes” dia Cia Dos a Deux; “As Crianças” e “Ficções”, com direção de Rodrigo Portella. Esta última executada ao vivo em cena, ao lado de Vera Holtz. Além disso, é direção musical do espetáculo (Um) Ensaio sobre a cegueira, do Grupo Galpão. No cinema compôs a trilha dos filmes “Delicadeza é Azul”, dir. Yasmine Garcez e “Iaiá de Ioiô”, dir. Paula Braun. Colaborou com a criação da trilha sonora original de “O Auto da Compadecida 2”. Trabalhou ao lado de grandes nomes da MPB como Maria Gadú e Milton Nascimento. Vencedor do Prêmio APTR de Melhor Trilha Sonora Original, do Prêmio Cenym para Efeito Sonoros e Trilha Fragmentada e do Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Brasileira de Raiz.
FICHA TÉCNICA
Direção e Dramaturgia: Rodrigo Portella
Diretores Assistentes: Georgina Vila Bruch e Paulo André
Direção musical, trilha original e paisagem sonora: Federico Puppi
Elenco:Antonio Edson, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto/Juliana Martins, Júlio Maciel, Luiz Rocha, Lydia Del Picchia, Paulo André e Simone Ordones
Cenografia: Marcelo Alvarenga (Play Arquitetura)
Figurino: Gilma Oliveira
Interlocução Dramatúrgica: Bianca Ramoneda
Iluminação: Rodrigo Marçal e Rodrigo Portella
Adereços: Rai Bento
Visagismo: Gabriela Dominguez
Desenho sonoro, programação e mixagem: Fábio Santos
Assistência de direção: Zezinho Mancini
Assistência de figurino: Caroline Manso
Assistência de cenografia: Vinícius Bicalho
Construção cenário: Artes Cênica Produções
Costuras: Danny Maia
Fotos: Igor Cerqueira e Mateus Lustosa
Registro e cobertura audiovisual: Luiz Felipe Fernandes
Comunicação: Letícia Leiva e Fernanda Lara
Assessoria de Imprensa: Polliane Eliziário – Personal Press
Projeto gráfico: Filipe Lampejo e Rita Davis
Consultoria de Acessibilidade: Oscar Capucho
Operação de luz: Rodrigo Marçal
Operação de som: Vitor Castanheira
Técnico de palco: William Bililiu
Assistente técnico: William Teles
Assistente de produção: Zazá Cypriano
Produção Executiva: Beatriz Radicchi
Direção de Produção: Gilma Oliveira
Produção: Grupo Galpão
Produtora Assistente em Belo Horizonte – Jimena Castiglione
Produção Local em Salvador: Selma Santos
ATIVIDADES FORMATIVAS
OFICINA O ATOR E O TRABALHO EM GRUPO
Com o ator do Grupo Galpão, Júlio Maciel
Data: 12 de novembro de 2026 (quinta)
Horário: 14h às 18h
Local: Teatro Vila Velha
Endereço: Passeio Público – Av. Sete de Setembro – Campo Grande
OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL
com Gilma Oliveira
Data: 14 de novembro de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 13h
Local: Teatro Vila Velha
Endereço: Passeio Público – Av. Sete de Setembro – Campo Grande
Inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/produtor/grupogalpao
Classificação: 18 anos
Vagas limitadas. Acesso gratuito mediante inscrição.
PALESTRA A ETERNA E CONSTANTE INVENÇÃO DE UM COLETIVO DE TEATRO
com Eduardo Moreira
Data: 12 de novembro de 2026 (quinta)
Horário: 10h
Local: Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Av. Araújo Pinho, 292 – Canela) Inscrições gratuitas em: sympla.com.br/grupogalpao
Palestra ministrada pelo ator e um dos fundadores do Grupo Galpão, Eduardo Moreira,sobre a criação, a trajetória, os princípios norteadores e processos criativos da companhia, ao longo de seus 44 anos de existência. Oferecidas gratuitamente em instituições públicas de ensino para estudantes e professores, a palestra pretende dividir, com toda a generosidade e abertura que marcam a história do Galpão, como a criação acontece no coletivo e como todos os processos se orientam ao redor da pulsão criativa do Grupo.
Essa palestra é viabilizada por meio da Lei Rouanet com apoio local da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia.
FICHA TÉCNICA – GRUPO GALPÃO
Atores e atrizes do Grupo Galpão
Antonio Edson – Arildo de Barros – Beto Franco – Chico Pelúcio – Eduardo Moreira – Fernanda Vianna – Inês Peixoto – Júlio Maciel – Lydia Del Picchia – Paulo André – Simone Ordones – Teuda Bara (In Memoriam)
Conselho Executivo
Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernando Lara, Gilma Oliveira e Lydia Del Picchia
Equipe
Gerente Executivo – Fernando Lara
Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira
Coordenadora Administrativa – Wanilda D’Artagnan
Coordenadora de Planejamento – Alba Martinez
Coordenadora de Comunicação – Fernanda Lara
Coordenador Técnico e Técnico de luz – Rodrigo Marçal
Produtora Executiva – Beatriz Radicchi
Técnico de Som – Vitor Castanheira
Técnico de Luz – William Bililiu
Supervisor administrativo – Cláudio Augusto
Assistente de Planejamento – Duda Carmona
Assistente de Comunicação – Lucy Ribeiro
Assistente Administrativo – Caroline Martins
Assistente de Produção – Zazá Cypriano
Assistente Técnico – William Teles
Serviços Gerais – Danielle Rodrigues
Design Gráfico: Cíntia Marques
Assessoria de Imprensa – Personal Press – Polliane Eliziário
Comunicação Digital – Rizoma Comunicação & Arte
Assessor Contábil – Wellington D’Artagnan
Gestora Financeira de Projetos – Artmanagers
Grupo Galpão
O Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), é uma das companhias teatrais mais conhecidas do Brasil, tanto por seus quase 45 anos de atividade contínua quanto por sua pesquisa de linguagem.
Criado por cinco atores, em 1982, a partir do espetáculo “A alma boa de Setsuan”, montagem conduzida por diretores do “Teatro Livre de Munique”, da Alemanha, o Galpão se valeu dessa rica experiência para se lançar numa proposta de construção de um teatro de grupo, com raízes ligadas à tradição do teatro popular e de rua.
Fazem parte do Galpão, Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara (In Memoriam).
Ao montar espetáculos com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes, Marcio Abreu, Rodrigo Portella, além dos próprios integrantes, que também dirigem espetáculos do Grupo –, o Galpão desenvolve um teatro que alia rigor e investigação de linguagens, com um repertório com grande poder de comunicação com o público.
Seus trabalhos dialogam com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.
Galpão em números
Fundação: novembro de 1982
27 espetáculos
15 projetos audiovisuais
2 000 000 espectadores
100 prêmios brasileiros
+3400 apresentações
300 cidades
18 países diferentes
+80 festivais internacionais
+210 festivais nacionais
Petrobras
Com um compromisso de mais de 40 anos no fomento às artes, a Petrobras é a Mantenedora do Grupo Galpão. Há mais de duas décadas a companhia investe na trajetória de uma das maiores referências do teatro brasileiro, estimulando a economia criativa e a pluralidade cultural do país.
Vale
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. É o maior apoiador privado da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.
Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 1.000 projetos em 24 estados e no Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país com investimento de mais de R$ 1,2 bilhão em recursos próprios da Vale e via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA), que recebem mais de 400.000 visitantes por ano. Além disso, mais de 1.000 alunos são atendidos pelo Programa Vale Música. Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org.
Lei Federal de Incentivo à Cultura | Patrocínio: Vale |
Parceria: Teatro Vila Velha| Mantenedora: Petrobras |
Realização: Ministério da Cultura, Governo do Brasil, Do lado do povo brasileiro.
