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Lançamento do livro Colar de Absinto

Sábado, 09/12/2017 às 20:00
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Lançamento do livro Colar de Absinto

O autora baiana Iolanda Costa lança neste sábado, dia 9 de dezembro, das 17h às 20 horas, no Porto dos Livros, no Porto da Barra, o livro de poesias Colar de Absinto. A obra, publicada pela LUMME Editor, apresenta uma série de poemas marcados por influências sagradas e profanas, abordando temas como o amor, a morte, a filosofia e o divino.  

Graduada em Filosofia, natural de Itabuna (BA), Iolanda é arte-educadora e especialista em História Regional. Iniciou a divulgação de seus poemas nos periódicos Diário de ItabunaTribuna do Cacau, no início da década de 1980, aos 13 anos de idade. Já participou de inúmeras antologias. Além de poemas, escreve também textos didático-pedagógicos, com temáticas diversas.

Iolanda Costa lançou o seu primeiro livro, intitulado Poemas Sem Nenhum Cuidado, em 2004, seguido de Amarelo Por Dentro (2009) e Filosofia Líquida (2013). O atual lançamento, Colar de Absinto, reúne 50 poemas que se distribuem em cinco seções, convergentes na abordagem sobre o corpo, a matéria, o Ser, o homem e suas variáveis: amor, sexo, dor, religião e morte. “As temáticas se entrecruzam nas peças poéticas de maneira imagética e metafórica, num jogo barroco, impregnado de signos”, diz a poeta.

O também escritor Claudio Daniel destaca a capacidade de Iolanda Costa em realizar uma “alquimia poética” marcada pela “fusão das células temáticas, obtendo a pedra filosofal de uma linguagem rutilante, que se destaca pela originalidade e ousadia na produção poética brasileira mais recente.”

Para Iolanda, a poesia ainda ocupa, infelizmente, um lugar discreto entre as expressões literárias/culturais do país. “ A poesia não tem a resposta imediata da música, por exemplo. Não há distribuição adequada, não há publicidade e espaço como o destinado às outras expressões. Nas livrarias, os livros de poesia ficam quase escondidos. Os saraus, as redes sociais, a cyber-poesia e tantas outras ferramentas são as formas mais viáveis que o poeta “novo” e “desconhecido” encontra para a inserção de seu trabalho (a despeito de sua qualidade, pois há poesia para todos os gostos e estéticas, numa espécie de ecumenismo poético)”, conclui.

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Sábado, 09/12/2017 das 20:00 às 02:59
 

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