Competitiva Baiana do Panorama Coisa de Cinema tem número recorde de filmes
Vinte e seis filmes compõem a Competitiva Baiana do XII Panorama Internacional Coisa de Cinema, um número recorde na história do festival, que acontece de 9 a 16 de novembro, em Salvador e Cachoeira. A quantidade de produções baianas inscritas também foi inédita, totalizando 111 títulos, o que resultou na seleção de oito longas-metragens e 18 curtas. “Acho que falta pouco para darmos o grande salto para efetivamente ocupar as lacunas que nos pertencem no cenário nacional e mundial”, comemora o idealizador do Panorama, Cláudio Marques.
Seguidas de debates com os realizadores, as sessões da Competitiva acontecerão no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha (Salvador) e no Cine Theatro Cachoeirano (Cachoeira), em dias e horários que serão divulgados posteriormente. A 12ª edição do festival conta com o patrocínio da Petrobras e do Governo do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura. Na capital baiana, os ingressos avulsos custam R$ 10,00 (R$ 5,00 – meia entrada) e passaporte para 10 sessões custam R$ 40,00. A programação é gratuita em Cachoeira.
Confira os filmes selecionados:
Longas
– A Finada Mãe da Madame, de Bernard Attal
– A Noite Escura da Alma, de Henrique Dantas
– A Professora de Música, de Edson Bastos e Henrique Filho
– Do Corpo à Caxirola, de Sophia Mídian
– Gente Bonita, de Leon Sampaio
– Perdido em Júpiter, de Deo
– Ridículos, de Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge
– Xorume, do Coletivo Inconsequentes
Curtas
– A Cadeira de Balanço, de Fernanda Fontes Vareille
– A Morte do Cinema, de Evandro de Freitas
– Astrogildo e a Astronave, de Edson Bastos
– Entroncamento, de Maria Carolina e Igor Souza
– Fonte Nova, de Matheus Vianna
– Hotel Paraíso, de Jon Lewis
– Illud Tempus, de Victor Marinho.
– Lapso, de Felipe Franca
– Marlindo Paraíso e a Kombi do Amor, de Max Gaggino
– Minotauro – Viagem ao Labirinto do Corpo, de Leonardo França
– Neandertais, de Marcus Curvelo
– O Eclipse, de Lorena Sales, Uiran Paranhos, Danilo Umbelino e Murilo Deolino
– O Mundo do Rio não é o Mundo da Ponte, de Silvana Olivieri e Tenille Bezerra
– Obra Autorizada, de Iago Cordeiro Ribeiro
– Onde Cair Morto, de Ramon Coutinho
– Òrun Àiyé – A Criação do Mundo, de Jamile Coelho e Cintia Maria
– Restos, de Renato Gaiarsa
– Um Café, de Clarissa Rebouças
