Aldeia Nagô
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Festival Internacional de Percussão 2 de Julho com Grupo PIAP e Duo Dessoles-Moralez

Terça-feira, 23/07/2024 às 14:30
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Festival Internacional de Percussão 2 de Julho com Grupo PIAP e Duo Dessoles-Moralez

De 22 a 27 de julho, no Teatro Sesc Senac Pelourinho, será realizado o XIII Festival Internacional de Percussão 2 de Julho, o maior festival de percussão da América Latina.

Nesta edição que está sendo considerada especial por celebrar os 60 anos  do Grupo de Percussão da UFBA, haverá consertos, palestras e oficinas que contarão com a participação de artistas solos, grupos e duos internacionais e nacionais, além de movimentos percussivos da Bahia e alunos de percussão da UFBA.

Coordenado por Aquim Sacramento e Jorge Sacramento, o Festival estimula e promove a conexão entre grupos de percussão, solistas e professores renomados de diversos estados brasileiros e de outros países e cumpre assim os objetivos de colocar em perspectiva a possibilidade de um diálogo efervescente entre o mundo da percussão erudita contemporânea, a riqueza de nossas tradições afro-brasileiras e a leveza da música popular.

O Festival Internacional de Percussão 2 de Julho, através das suas doze edições, mostrou a importância de valorizar a rica e diversa família dos instrumentos da percussão, trazendo artistas representantes de diversas culturas, dentro ou fora do país. E é também um evento que reúne artistas, músicos e percussionistas, mestres nos seus saberes percussivos e musicais, para tocarem e compartilharem seus conhecimentos.

Além disso, o evento estimula e promove a conexão entre grupos de percussão, solistas e professores renomados de diversos estados brasileiros, como Pará, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Sergipe, Alagoas, Rio de Janeiro, entre outros, e de países como Estados Unidos da América, Portugal, Japão, Alemanha, Colômbia, Equador, Angola, dentre outros.

Um evento que reúne artistas externos, músicos e percussionistas, mestres nos seus saberes percussivos e musicais, para tocarem e compartilharem seus conhecimentos com os convidades, convidadas e convidados.

O XIII Festival Internacional de Percussão 2 de Julho é uma realização do Grupo de Percussão da UFBA em parceria com a Escola de Música da UFBA. Produzido pela Tabuleiro Produções em co-produção com o SESC, o projeto conta com o apoio da Contemporânea, da Oficina de Sons, de Alves Percussion, Newgroove Percussão e da Fundação Amazônica de Música.

Programação Apresentações:

22/07
19h Abertura do Festival:
Entrada do Teatro – Quinteto Afrosinfônico
TEATRO – Excalibur: Aquim Sacramento / Orquestra Sinfônica da UFBA (solistas Natália Mitre, Aquim Sacramento e Grupo de Percussão da Fundação Cultural Patagônia)

23/07
14:30h Grupo PIAP / Duo Dessoles-Moralez
19h Kana Omori / Grupo de Percussão da UFBA (Lançamento de CD Labisane)

24/07
14:30h Ricardo Bovo / Grupo de Percussão UPF / Duo Sul
19h Joaquim “Zito” Abreu / Bruno Azevedo / Duo Foz

25/07
14:30h Zack Nascimento / Grupo de Percussão da Mansão do Caminho / Cine Concerto – O Olho da Rua
19h Welber Simões / Nath Calan / Manglar Colective Percussion

26/07
14:30h Júlio Hendrique / Grupo de Percussão da UNICAMP
19h Marcos Alves / Emília Desiré / Grupo de Percussão da Fundação Cultural Patagônia

27/07
14:30h CONCERTO NO TEATRO – Grupo de Percussão de Câmara Vale Música / PercUFU Ensemble
17h CONCERTO NA ARENA – Yago Luis / Sérgio Boré e Tambores Urbanos / Movimento Erê na Praça / Escola São Judas Tadeu
19h CONCERTO FINAL no teatro – Grupo de Percussão da UFBA (grande grupo – comemoração 30/60 anos) / Jake Chapman / OBADX

Atrações confirmadas:

Colectivo de Percusión Manglar
Um mangue abriga uma biodiversidade impressionante, com uma variedade de espécies de plantas, animais e microrganismos coexistindo em um ecossistema interconectado. Da mesma forma, o “Colectivo de Percusión Manglar” (Coletivo Percussivo Mangue) incorpora uma ampla gama de instrumentos de percussão, cada um com sua própria textura e timbre para criar paisagens sonoras evocativas e vibrantes. O grupo esta composto de sete percussionistas de diferentes perfis que contribuem com sues unicos estilos e técnicas, criando uma sinergia musical única que reflete a diversidade e vitalidade da natureza. O convite para participar do “Festival de Percussão 2 de Julio” no Brasil é um merecido reconhecimento ao talento excepcional e é uma excelente oportunidade para representar a Costa Rica e toda a América Latina no cenário internacional.
O Colectivo de Percusión Manglar é formado por: Mauricio Delgado Sánchez, José Rafael Jara Jara, Yónder Muñoz Calderón, Ana Solano Villalobos, Carlos Olivares Gómez, Estefanía Segura, Christopher Ruiz Castro.

PerUFU Ensemble
O PerUFU Ensemble foi criado no ano de 2022 por alunos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com o objetivo proporcionar aos seus integrantes uma experiência em performance na música de câmara para percussão e divulgar a percussão de câmara e contemporânea na cidade de Uberlândia – MG e na região do triângulo mineiro.

Criado para explorar as vastas possibilidades sonoras dos instrumentos de percussão, o Percufu Ensemble busca destacar a versatilidade e a expressividade desses instrumentos em suas performances.

O grupo é composto por cinco membros: Aislon Tavares, Carlos Lopes Limaverde, José Neto Silva, Mikael Silva e Paulo Roberto Silva Santos. Cada um deles traz uma bagagem única de experiências e habilidades que exploram a vasta gama de sons e ritmos que a percussão pode oferecer.

Grupo PIAP
O Grupo PIAP foi criado por John Boudler em 1978 para o aperfeiçoamento acadêmico e artístico de seus integrantes e como veículo de divulgação do repertório de percussão no Brasil. Formado por alunos do Curso de Percussão da UNESP, o Grupo PIAP também recebe convidados pontuais, proporcionando uma oportunidade de aprimoramento da música de câmara. Pelo grupo já passaram 124 integrantes que se formaram no curso e hoje fazem pós-graduação ou atuam em todo o Brasil e em diversos países. Ao longo de seus 45 anos de atividades, o PIAP obteve grande sucesso, consolidando-se no cenário artístico brasileiro por meio de apresentações e gravações em CDs, rádio e televisão, tendo se apresentado nos principais Festivais de Música do Brasil. Dentre suas atividades, destacam-se: 1º lugar no II Prêmio Eldorado de Música e a gravação de dois LPs em 1986; 1987 turnê nos Estados Unidos; Prêmio Lei Sarney, como Revelação na Categoria Grupo Instrumental em 1988; Prêmios Mambembe e APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Trilha Sonora por sua participação na peça “Péricles, Príncipe de Tiro” de William Shakespeare em 1995; projeto selecionado pelo edital LINC da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo em 1997, que viabilizou o comissionamento, estreia e gravação de 6 novas obras no primeiro CD do Grupo PIAP lançado em 1998; indicação na categoria de Melhor Grupo de Música de Câmara para o IV Prêmio Carlos Gomes em 1999; apresentação no Festival Percussiones del Mundo na Cidade do México em 2000; escolhido pelo APCA Melhor Conjunto de Câmara na categoria Música Clássica em 2003; lançamento de dois novos CDs em 2007; turnê norte-americana de 2010; turnê pela China em 2011; o grande evento PIAP40 – Comemoração dos 40 anos do Grupo, em 2018; aprovação do projeto temático FAPESP em conjunto com o Studio PANaroma, que permitiu a aquisição de valiosos instrumentos de percussão, inéditos no Brasil, em 2019; turnê argentina em 2023 tocando no 21o Festival internacional de Percusión Patagonia e concerto com transmissão ao vivo no Auditório da Radio Nacional Clásica em Buenos Aires.

OSUFBA
A Orquestra Sinfônica da Escola de Música foi fundada em 1954 com os primeiros Seminários Livres de Música promovidos pelo então reitor Edgar Santos. Nesta época a orquestra era regida por H.J. Koellreutter e, por dois anos, foi composta somente por um grupo de cordas. Em 1958, à orquestra foram acrescidos os naipes de sopro e percussão. A convite da Escola, os professores que vinham participar dos seminários passaram a integrar a orquestra. Foi um período de grande produção, com apresentações semanais na Reitoria, atraindo um grande público de admiradores da música erudita.

A finalidade mais relevante da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia é servir como laboratório de aperfeiçoamento para os alunos, principalmente em atendimento às necessidades acadêmicas. A OSUFBA foi, durante muito tempo, o único veículo baiano de divulgação da música clássica no Estado, servindo de elo importante entre a universidade e a comunidade. A série anual de apresentações da OSUFBA ocupa um espaço inexorável de qualidades artísticas e deve ser vista também como um relevante meio de divulgação da Universidade, não só para a comunidade baiana, mas também para outros estados, além de acompanhar músicos de renome internacional que ministram cursos na EMUS. Atualmente, a orquestra é regida pelo professor, diretor da Emus e maestro José Maurício Brandão.

Cine Concerto Olho da Rua
Olho da Rua (Out Loud) é um filme do artista visual Jonathas de Andrade com trilha sonora composta pelo músico Homero Basílio. O filme foi produzido em 2022, encomendado pela Fondazione in Between Art Films, e estreou durante a 59ª Bienal de Veneza na exposição Penumbra. Desde então, foi apresentado em museus, galerias e festivais de cinema em Madrid, Antuérpia, Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Schlehdorf (Alemanha), Waitan (China) e Sheffield (Reino Unido). Olho da Rua [Out Loud] retrata uma comunidade temporária de pessoas sem-teto nas ruas do centro do Recife, Brasil. Inspirado nas técnicas do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, o filme encena uma série de atos performativos que focam em dinâmicas coletivas e exercícios de olhar em uma praça pública. Transitando entre a ficção e o documentário, o objetivo era envolver o elenco de atores não profissionais em debates sobre identidade, cuidado, família, consciência de classe e visibilidade social e política através de ações e palavras. Fora do roteiro, as imagens são delicadamente receptivas à personalidade e aos mundos emocionais do elenco, e servem como um poderoso testemunho do Brasil contemporâneo, com sua rica multiculturalidade e desigualdades estruturais.

Orquestra de Berimbaus OBA DX
Orquestra de Berimbaus OBA DX, foi idealizada pelo músico e Arte educador Dainho Xequerê em 2011, no primeiro momento a proposta era fazer apenas uma apresentação, porém a recepção do público foi muito positiva e assim foi dado continuidade à orquestra utilizando as técnicas de afinação aprendidas com o saudoso Ramiro Mussoto, músico e produtor musical argentino com quem Dainho Xequerê trabalhou e conviveu dentro dos seus trabalhos como Sudaka, AfroSudaka e a Orquestra de Berimbaus Afinados Ramiro Mussoto onde aprendeu as possibilidades melódicas e harmônicas do instrumento berimbau, a OBADX dentro da sua trajetória já se apresentou em diversos lugares e com participação de artistas como Margareth Menezes, Alceu Valença, Márcia Short, Tonho Matéria entre outros, a orquestra já foi convidada para se apresentar em programas de Tv local e de outros estados como rede globo e Sbt, show em São Paulo, Rio de janeiro, Brasília entre outros.

A OBADX segue ajustando o seu repertório com clássicos da música popular brasileira como Asa Branca, A paz entre outros, também com músicas eruditas com bolero de Ravel e músicas autorais instrumentais como Maraketu e arranjos dentro de ritmos e cantigas do universo musical da Capoeira.

Grupo de Percussão da UFBA
Primeiro grupo de percussão do Brasil, originalmente chamado de Conjunto de Percussão da UFBA, formado em 1964 pelos compositores e professores da Escola de Música da UFBA, com o intuito de desenvolver repertório contemporâneo onde explorasse também as técnicas de instrumento como berimbau e atabaque. Professores renomados como Lindembergue Cardoso, Fernando Cerqueira, entre outros, foram pioneiros nessa turma.
Em 1994, o professor Dr. Jorge Sacramento iniciou a coordenação do grupo de percussão, o chamando como atualmente conhecemos. O seu objetivo e trabalho principal é valorizar os compositores baianos, principalmente os da instituição, UFBA, dando oportunidade não só aos alunos de composição, mas também aos professores e também alunos de outros instrumentos, principalmente regência, que também possuem a oportunidade de reger muitas dessas músicas. Desde 2020, Dr. Jorge divide a coordenação do Núcleo com o professor Me. Aquim Sacramento.
O grupo está lançando o seu quarto CD, Labisane, que conta com obras de compositores baianos, alunos e compositores consagrados da universidade e de fora. Além disso, completa 30 anos sendo coordenado pelo prof. Dr. Jorge Sacramento e 60 anos de fundação, como Conjunto de Percussão da UFBA.

Quinteto de Percussão Afrosinfônico
O Quinteto de Percussão Afrosinfônico surgiu quando cinco percussionistas, integrantes da Orquestra Afrosinfônica, começaram a realizar ensaios de naipe, no ano de 2008. Aos poucos o projeto foi tomando forma, em convenções e canções, possibilitando o grupo a participar de eventos com apresentações de câmera, em concertos, festivais de percussão, workshops, oficinas e eventos de todos os portes, em geral. A estrutura musical do Quinteto segue a mesma metodologia adotada nas orquestras, enquanto pensamento compositivo, trazendo a ótica semelhante à adotada pelo Maestro Ubiratan Marques – no que tange ao trabalho com a percussão – respeitando a execução dos toques e utilizando recursos da oralidade, da leitura, e da utilização de elementos de matriz africana, que é a mola-mestra dentro da perspectiva melódica, rítmica e harmônica.
O Quinteto de Percussão Afrosinfônico é formado por: Érica Sá, Marcelo Tribal, Lucas de Gal, Jeison Wild e Nem Cardoso. Cada integrante assume um papel essencial no resultado sonoro do projeto, a exemplo de Nem Cardoso, que assume o papel de cantor e percussionista do Quinteto. São cinco percussionistas musicistas que uniram suas experiências e vivências para enaltecer a percussão, em arranjos inovadores e com a sensibilidade que o projeto merece.

Grupo de Percussão de Câmara Vale Música
Iniciou suas atividades em 2010, sob a direção do Prof. Marcos Matos, focando o repertório contemporâneo e popular, e desenvolvendo arranjos para o repertório regional paraense. É formado por alunos do Projeto VALE MÚSICA BELÉM. Se apresentou em diversos eventos culturais por todo o Brasil. Em agosto de 2011 fez sua primeira turnê, através do Projeto Música para Todos II, tendo se apresentado por diversas cidades do sudeste do Pará. Em 2012, apresentou-se na cidade do Rio de Janeiro-RJ, dentro da programação da 4ª Mostra Brasil-Juventude Transformando com Arte e na cidade de São Paulo, no Polo Luz do Projeto Guri Santa Marcelina e na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Em 2020 o Grupo tocou no Aniversário do Jardim Zoobotânico de Parauapebas – PA. Em 2021 participou do Encontro do BRICS em Brasília – DF representando a Amazônia. Desde sua formação o GPCVM tem intensa atividade, sempre inovando e sendo criativo em seu repertório.

Movimento Erê na Praça
Movimento social de Arte, Educação e Cultura que tem como visão preservar, resgatar e construir novas culturas de rua e vivência em comunidade. A banda do movimento trás em suas apresentações experimentações artísticas inspiradas nos legados do território em que acontece as atividades, que se modificam a cada momento, oportunizando seus participantes a viver a arte e transmitir as potências múltiplas dentro das comunidades periféricas de favela. Na apresentação no Festival 2 de Julho de 2024, a banda apresentará uma Performace homenagem, ao percussionista Roberto Pereira de Ogum.

Grupo de Percussão UPF
Criado no ano de 2000 pelo professor Sandro Cartier, o Grupo de Percussão UPF é fruto de um legado deixado no estado do Rio Grande do Sul pelo professor Ney Rosauro. Sandro até 2012 esteve na coordenação do grupo, foi substituído pelo professor Samir Hatem até o ano de 2017. A partir de 2018 o professor Márcio Kbecinha assume o grupo até os dias atuais.

O grupo, bem como o plano pedagógico do Bacharelado em Percussão da UPF, procura mesclar as diferentes expressões percussivas do meio erudito com o popular, contemplando a diversidade e o processo criativo dos alunos. O grupo apresenta-se em diversas ocasiões pela instituição e desde 2019 promove o evento Conexões Percussivas UPF, este com caráter internacional e atualmente o maior realizado em todo o estado do Rio Grande do Sul tendo a percussão como protagonista. O Grupo de Percussão UPF apresenta-se pela terceira vez no Festival 2 de Julho e este ano traz um repertório voltado aos gêneros musicais gaúchos e seus compositores, proposta que antecede as comemorações de 25 anos de atuação do grupo que ocorrerá em 2025.

Nath Calan
Natali Calandrin Martins é formada pela Unesp, tendo portanto participado do grupo Piap de percussão de 2004 a 2008; possui mestrado em ídeo g nce pela Unicamp e é doutoranda em performance pela UFMG. É timpanista atual da OSMS (Orquestra Sinfônica Municipal de Santos) desde 2007, sob a regência de Luís Gustavo Petri. Também percussionista/timpanista da Bachiana Filarmônica Sesi SP desde 2010, sob a regência de João Carlos Martins.

Desde 2012 é convidada com frequência (todos os meses dentro do prazo que a prefeitura permite o convite repetido de músico extra) para atuar como timpanista na Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sob a regência de Hugo Toro. É suplente na Jazz Sinfônica de São Paulo. Como concertista de música de câmara e de orquestra já tocou em diversos países na Europa e América como EUA, Suíça, Alemanha, Portugal, França, Venezuela, Argentina.

A percussionista também realiza extenso trabalho e pesquisa sobre Música cênica, estilo no qual as artes cênicas e musicais se mesclam. Possui um espetáculo solo de música cênica com o qual se apresentou mais de 30 vezes em distintos festivais e encontros de percussão em universidades como Unesp, Unicamp, Universidade Federal de Uberlândia, Instituto Federal de Goiânia, Universidade Federal da Bahia, Universidade Federal de Campo Grande e grandes salas de concerto como Funarte, Itaú Cultural da Avenida Paulista, Sesc Paulista, teatro da Unibes e espaços alternativos de cultura como Casa Gramo, Teatro de Bolso, Alvenaria, dentre outros.
Como docente lecionou percussão no Auditório do Ibirapuera por dez anos consecutivos. E por dois anos no Guri Santa Marcelina. Ministra oficinas e master class de música cênica em encontros de percussão.

Também atua como baterista com Malu Maria, Satélite Perdido, entre outras bandas e acompanhando cantore(a)s. Já foi baterista nos shows de Fernanda Takai, Mauricio Pereira e Porcas borboletas. Atualmente é baterista no espetáculo “AnonimAto” da Cia. Mungunzá de Teatro e do espetáculo musical da Disney, “Cantando com Encanto”.

Kana Omori
Kana Omori é uma marimbista internacional, percussionista e também compositora japonesa. Recebeu vários prémios, incluindo o Primeiro Prêmio e o Prêmio Absoluto no Concurso Internacional de Percussão em Itália.

Kana é embaixadora turística em Ishinomaki (Miyagi, Japão) e professora associada da Osaka College of Music. Ela lançou sete álbuns de marimba, muitos arranjos e composições publicados pela Edition Svitzer. Kana já se apresentou como solista de marimba com muitas orquestras em vários países, bem como deu recitais e masterclasses em mais de 10 países na Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia.

Ela completou seu mestrado e pós-graduação na Osaka College of Music. Além disso, Kana concluiu um mestrado em música na Universidade de Música e Artes Cênicas de Munique, Alemanha, estudando com o lendário Dr. Peter Sadlo. Adams Percussion criou uma marimba rosa especial para ela.

Jake Chapman
Jake Chapman é um vibrafonista, percussionista de teclas, pianista e compositor de Los Angeles. Ele estudou música na Universidade de Columbia, vibrafone de jazz em Juilliard e composição de teatro musical no Workshop de Teatro Musical BMI. Jake mantêm uma ativa presença online, com milhares de seguidores no Instagram, YouTube e TikTok. Recentemente lançou o single “an angel will be with you shortly” e está alcançando pessoas ao redor do mundo.

Duo Dessoles Moralez
O Duo Alagoano de Saxofone e Vibrafone, composto por Kleber Dessoles e Augusto Moralez, professores da Universidade Federal de Alagoas, apresenta um repertório original composto exclusivamente para a formação. Compositores locais e internacionais colaboraram para criar esta experiência musical, fundindo os timbres distintos do saxofone e do vibrafone em uma amálgama de obras inéditas e arranjos escritos pelo Duo.

Duo Sul
Márcio Kbecinha e Rafa Teixeira iniciaram sua parceria na relação entre professor e aluno nos projetos sociais do Grupo Atoque e orientações individuais para o teste de aptidão do Bacharelado em Percussão da UFSM. Com o passar do tempo resolveram pesquisar e desenvolver juntos um repertório focado para duetos de percussão.

No ano de 2016 oficializaram o nome do Duo Sul no Concerto de Formatura de Rafa Teixeira sob a orientação de Kbecinha e desde então se apresentam em diversos eventos de percussão. Destacam-se as três edições do Festival 2 de julho em Salvador (2019, 2022 e 2023), Encontros Gaúchos de Percussão na UFSM e todas as edições do Conexões Percussivas UPF. O duo também promove seus próprios recitais e atualmente já possui obras compostas pelo duo e algumas dedicadas a eles de compositores e amigos brasileiros.

Grupo de percussão da Fundação Cultural da Patagônia
O Grupo de Percussão foi criado em 1999 por Ángel Frette com o objetivo de abordar o repertório de música de câmara para percussão. Dependente da Fundação Cultural Patagônia, desenvolve sua atividade principal nas províncias de Río Negro e Neuquén.

O grupo já realizou concertos com os mestres: William Moersch, John Wooton, Ted Piltzecker, Rebeca Kite, Stuart Marrs, Rich o Meara, Kevin Bobo (EUA), Eduardo Gianesella (Brasil) Miguel Bernat (Espanha) Ludwig Albert (Bélgica), Trío Amores (Espanha), Israel Moreno (México), Anders Astrand, (Suécia) Ángel Frette (Arg) Noriko Tsukagoshi, (Japão) Etc…

Durante 2002 atuou em 2 concertos realizados no Teatro Colón de Buenos Aires e em vários ciclos de música contemporânea. De 2003 até este ano o grupo é organizador e participa do Festival Internacional de Percussão Patagônia, que acontece anualmente na Fundação Cultural Patagônia. Além disso, se apresentou no de Festival de Percusión Arte a Palos I y II (Bs As), no Festival Internacional de Música Eletroacústica (Neuquén) e no final de 2006 no Festival de Fercussão de Montevidéu – Uruguai.

Em 2005 publicou seu primeiro album com obras de compositores argentinos. Em 2010 o grupo participou no Pasic acompanhando Ángel Frette. Logo em 2012 e 2013 voltou a se apresentar no Teatro Colón de Buenos Aires. Em 2013 tambem participou no Festival do Cajón Peruano no Peru e no Festival de Grupos de Percussão na Costa Rica. Em 2014 fez a sua primeira turné europeia, apresentando-se em Espanha e Croácia. Em 2015 participuo no Festival de Percussão “Torimbando” em Portugal. Em 2022 estreiou o Concerto para 3 percussionistas e Orquestra de Lisandro Parada. Em 2023 se apresentou no Mississippi com a Orquestra da Universidade e no Festival de Percussão de Cali na Colômbia retorna novamente ao Pasic.

Duo Foz
Formado por Natália Mitre (vibrafone e percussão) e PC Guimarães (guitarra), o Duo Foz estreou vencendo o 20o Prêmio BDMG Instrumental, um dos mais importantes prêmio dedicado à música instrumental no Brasil, onde receberam também o prêmio de “melhor arranjo” da edição, com sua versão de “Drão”, de Gilberto Gil.

O Duo Foz lançou o álbum Interseção dos Mundos em 2021 e já se apresentou com Daniel Santiago, Léa Freire e Alexandre Andrés, que também foi produtor do álbum, junto de Natália e Guimarães. O duo se apresentou em Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Brasília, respectivamente no Centro Cultural Banco do Brasil, Museu de Arte da Bahia, no programa Instrumental SESC Brasil e na Escola de Música de Brasília.

Em 2024 o duo apresenta um repertório de peças de seu primeiro álbum, bem como algumas inéditas e versões de músicas de Gilberto Gil.

GRUPU – Grupo de Percussão da UNICAMP
Em 27 anos de intensa atividade artística o GRUPU – Grupo de Percussão da UNICAMP, se tornou um dos mais ativos grupos de percussão do país, incluindo uma agenda regular de concertos, gravações, aparições em programas de rádio e televisão, bem como participações em importantes festivais de percussão da América do Sul, Europa e Estados Unidos. Recentemente, no ano de 2023, o GRUPU realizou sua terceira turnê nos EUA com concertos em New York e no maior evento internacional de percussão a Percussive Arts Society International Convention – PASIC. Em 2019, lançou seu terceiro CD: GRUPUano20 #01#02. Os projetos multimidiáticos são uma das características do GRUPU como o espetáculo PERSEPHASSA baseado na obra de Iannis Xenakis, em parceria com a companhia de dança Cia. Domínio Público. Em 2010 o GRUPU integrou o espetáculo Cartes Blanches dirigido pelo coreógrafo belga Thierry De Mei. O GRUPU tem a direção artística de Fernando Hashimoto.

Grupo de Percussão da Mansão do Caminho
O Grupo de Percussão da Mansão do Caminho, criado em 2013 como parte do projeto “Um Salto para o Futuro”, é uma iniciativa que une música, educação e transformação social. Desenvolvido dentro das obras sociais da Mansão do Caminho, o grupo foi criado para atender às demandas dos alunos das escolas Jesus Cristo e Allan Kardec. Desde sua fundação, já passaram pelo grupo 974 alunos. Destes, 76 estão matriculados em 2024, evidenciando o impacto positivo que a música e a educação cultural têm nas comunidades carentes. Os alunos do Grupo de Percussão da Mansão do Caminho não apenas aprendem os fundamentos da música e da percussão, abordando desde os fundamentos essenciais até técnicas avançadas para instrumentos de percussão, mas também desenvolvem habilidades essenciais, como trabalho em equipe, disciplina e autoconfiança. Todos são apresentados aos diferentes tipos de instrumentos de percussão e recebem orientação sobre a técnica adequada para cada um deles. Além disso, o curso inclui um trabalho de repertório marcial, explorando ritmos populares e proporcionando exercícios de aquecimento para preparar os alunos para suas práticas musicais. Sob a orientação do instrutor de percussão Zack Nascimento.

Sergio Boré
O percussionista e compositor Sergio Boré tem mais de 50 anos de serviços prestados à música brasileira e é responsável pela sonoridade percussiva de alguns dos álbuns mais importantes da música brasileira nos anos 70, 80 e 90. Autodidata, fez um longo caminho desde sua cidade natal Porto Alegre através do mundo do som e do ritmo. Sergio não só é um mestre do ritmo mas, assim como outros brilhantes percussionistas brasileiros, do som em geral. Acompanhou gigantes da música brasileira, como Gilberto Gil, Gal Costa, Ney Matogrosso, Geraldo Azevedo, Hermeto Pascoal, Luis Melodia, Zé Ramalho, Elza Soares, Tim Maia, Rosinha de Valença, entre outros destaques de sua geração.

Desde 1982 expressa e registra seu universo musical com o grupo Tambores Urbanos. Referência na percussão popular contemporânea, Sergio Boré & Tambores Urbanos já soou nos quatro cantos do planeta e é reconhecido internacionalmente por sua música original de alma brasileira.
Ainda em 2024 lança seu 11* álbum – Semeando Horizontes – com músicas autorais inéditas.

Joaquim Zito Abreu
Joaquim Abreu, percussionista, iniciou seus estudos musicais em São Paulo com Dinho Gonçalves – bateria , Zé Eduardo Nazario – bateria e percussão popular com Claudio Stephan em 1977 no Conservatório do Brooklin Paulista percussão erudita fez parte por duas temporadas do Grupo de Percussão do Brooklin , também estudou com John Boudler

Zack Nascimento
Zack Nascimento começou a estudar percussão em 2015, na Filarmônica 30 de junho da cidade de Serrinha-BA. Atualmente está cursando Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento com especificação em Percussão na UFBA, tendo como orientadores o Dr. Jorge Sacramento e Dr. Aquim Sacramento. Atualmente compõe do naipe percussão da Orquestra 2 de Julho, principal orquestra jovem do estado da Bahia. Integra o Grupo de Percussão da UFBA. Participou do X Festival de Percussão 2 de Julho (2019). Foi produtor musical da Rádio – Sarau Encantos da Serra (2021, LAB FUNCEB/BA). Participou do XI e do XII Festival de Percussão 2 de Julho como assistente de produção (2022 e 2023).

Emília Desiré
Emília Desiré é percussionista, compositora e educadora de arte equatoriana que mora em Los Angeles, CA. Completou seu doutorado em Música em 2023 no Instituto de Artes de California (CalArts), onde se destacou por sua pesquisa inovadora e contribuições significativas para o campo.
O trabalho autoral que desenvolve oscila entre a música erudita/contemporânea e a música popular baseada em ritmos equatorianos e latino-americanos. Já tocou em inúmeros grupos musicais de diversos estilos, buscando sempre versatilidade e diversidade em seu repertório e experiências musicais. Ao longo de sua carreira, a educação e a produção cultural paralela à sua prática artística tornaram-se prioridade. Bacharel em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP, Brasil). Doutora em Musica pelo Instituto de Artes de California(CalArts).

Bruno Azevedo
Natural de Belém/PA. Bacharel em Música com habilitação em Percussão. Começou os estudos de música em 2013, sob orientação dos professores Luiz Roberto Cioce, Marcos Matos e Ricardo Aquino, no Instituto Estadual Carlos Gomes.

Formou-se Bacharel na mesma casa, com ingresso em 2016 na classe do professor Ricardo Aquino. Também teve aulas com Clarissa Borba, Fernanda Kremer e Rafael Alberto.
Participa de festivais dentro e fora do Estado, apresentando-se como solista, camerista e membro de Grandes Grupos Sinfônicos.

Membro fundador do grupo Fluxos, com o qual foi premiado com o primeiro lugar no Concurso Dóris Azevedo para Jovens Instrumentistas, em 2017 e 2018, na categoria Música de Câmara.
Como baterista, já acompanhou e gravou discos para diversos músicos da cena independente de Belém. Atualmente é professor de percussão no Projeto Vale Música Belém, integrante da banda Joana Marte e músico freelancer para gravações, shows e concertos.

Aquim Sacramento
Graduado na UNESP (2012-2015), Mestre pela UFBA (2016-2018) e Doutor pela UFMG (2019-2023), Aquim Sacramento iniciou seus estudos musicais aos quatro anos. Aos nove, tornou-se aluno do Curso Básico de Percussão da Escola de Música da UFBA. Atualmente, além de solista, é docente desta mesma instituição e coordena o Grupo de Percussão da UFBA, junto ao professor Dr. Jorge Sacramento, gravando, compondo, arranjo e estreando diversas obras para percussão. Fundou e faz parte dos grupos MarinGinká, MultiFaces, Duo Sá-Cramento e o Duo Sacramento. No ano de 2022, participou do IV Encontro Percussivo UFPE, da VIII Festa do Ritmo e do XXXIV FIMUPA, ambos em Belém do Pará. Nesse mesmo ano, dirigiu o CD do Duo Repercuti, em Recife – PE. Coordenou o XI e o XII Festival de Percussão 2 de Julho em 2022 e 2023. Nesse último, ministrou oficinas e concertos em duas universidades dos Estados Unidos, no XXI Festival Internacional de Percusión Patagonia como professor e performer, na UNESP, na UFPB, na FAM (Belém), na UPF. Se tornou um dos representantes da marca Alves Percussion e estreou o Duo VibraCor, de vibrafone e violão, com Ricardo Camponogara.

Welber Simões
Welber Simões é Nascido em São Paulo. O músico iniciou seus estudos em 2012 na Banda Marcial de Itaquaquecetuba e no Projeto Guri Santa Marcelina. Ao longo dos anos, integrou diversos grupos musicais, como a Banda Infanto Juvenil e a Orquestra Infanto Juvenil. Em 2016, ingressou na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP) e teve a oportunidade de participar de grupos de percussão. Em 2019, entrou na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e participou do Festival Internacional de Música de Barra Mansa. No ano seguinte, foi bolsista da Oficina de música de Curitiba. Em 2022, participou do festival Gramado in Concert e concluiu o Bacharelado em Música na Unesp. Em 2023, participou do Festival de Música de Santa Catarina e do Festival de Percussão da Patagônia junto ao Grupo PIAP. Atualmente, é chefe de naipe da Banda Jovem do Estado de São Paulo e da Orquestra Jovem do Theatro São Pedro.

Marcos Alves
Marcos Alves é natural de Papagaios, interior de Minas Gerais, onde iniciou seus estudos musicais aos 8 anos na banda de música. Desde então vem se dedicando ao estudo do pandeiro popular. Seu trabalho com o pandeiro vem da vontade de explorar novas concepções a partir de peças escritas e transcrições, buscando um lugar singular para o pandeiro. Em 2023 se graduou em percussão pela Universidade Federal de Minas. Estudou também na academia da Orquestra filarmônica de Minas Gerias, se especializando no estudo orquestral. Seu trabalho como percussionista abrange múltiplos contextos musicais, incluindo participações em orquestras, como: Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica do Espirito Santo, Orquestra Ouro Preto e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Atualmente é percussionista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

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Terça-feira, 23/07/2024 às 14:30
 

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