Aldeia Nagô
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“mãeana canta JG (2)” próximo bundle chega às plataformas dia 07 de agosto

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Maeana_lomelino

No próximo dia 07 de agosto, Ana Cláudia Lomelino, a “mãeana” e ex-banda Tono, lança “Digo ou não digo/Insensatez” e “Bastidores” – na primeira música a artista une interpretações musicais de João Gomes e João Gilberto, respectivamente. Já “Bastidores” é uma interpretação de Chico Buarque que o João Gilberto não gravou em estúdio, mas cantava nos shows e gravações caseiras.

Para “mãeana” é difícil explicar a escolha das músicas. “Mas posso dizer que é algo que sinto no coração, quando escuto uma canção que me da vontade de cantar. Como diz Caetano cantar é ter o coração daquilo. Gosto de cantar o que soa natural para mim, algo que possa acolher meus erros também, porque pra mim é difícil manter o encanto tendo que repetir muitas vezes”, conta a artista.

bundle faz parte de um projeto que a artista desenvolve relendo dois compositores e cantores: João Gilberto e João Gomes. As músicas farão parte de um álbum completo com previsão de lançamento ainda no segundo semestre de 2023.

Com produção de Bem Gil e Sebastian Notini, e coprodução de “mãeana”, o single duplo é gravado e mixado por Sebastian Notini e masterizado por Ricardo Garcia.

“mãeana canta JG”

“mãeana” nasceu da necessidade de Ana Lomelino em cantar o amor materno, o sangue, o ventre, o feminino e a fertilidade de onde todos nós viemos. E depois de dois discos dedicados a esses signos, a artista se volta para o amor romântico através do repertório de dois Joãos, o Gilberto e sua bossa sublime e o Gomes com seu piseiro irresistível.

“mãeana canta JG” situa-se nesse encontro entre Juazeiro e Petrolina, interpretando musicalmente a ponte real que liga essas duas cidades, moradas desses dois cantores populares brasileiros. A partir daí (e da coincidência de suas iniciais) veio à ideia de juntar os dois (e seus respectivos compositores) numa fusão irresistível entre o imaginário urbano e rural. A batida (e a roupagem) do samba de João Gilberto se distanciou do jazz para se reaproximar do bolero, e a batida do piseiro de João Gomes se distanciou das programações eletrônicas para encontrar a vassourinha e a pele do tambor. Tudo costurado sem nó pelo canto translúcido e colorido de “mãeana”, que ao lado dos músicos e produtores Bem Gil e Sebastian Notini, apelidou carinhosamente esse laboratório como “pisa nova”.

Serviço

Shows:

Toda Segunda-feira na Casa da Mãe – Salvador;

10 de agosto – Manouche no Rio de Janeiro;

18 de agosto – Teatro SESIMINAS em Belo Horizonte;

20 de agosto – Estação das Artes em Fortaleza;

24 de agosto – SESC Santos;

25 de agosto – SESC Pompéia em São Paulo.

Selo – XIRÊ.

Distribuição – Believe.

Ficha Técnica – “mãeana canta JG (2)”

Digo Ou Não Digo/ Insensatez

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão e teclado – Sebastian Notini

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Bastidores

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão e teclado – Sebastian Notini

Produzido por Bem Gil e Sebastian Notini

Co-produzido por mãeana

Gravado e Mixado por Sebastian Notini

Masterizado por Ricardo Garcia

Sobre mãeana

mãeana é uma cantora e compositora brasileira que se inspira no tropicalismo e no feminino. Seu disco de estreia, mãeana, foi lançado em 2015, e conta com composições inéditas de Caetano Veloso e Adriana Calcanhotto. Foi vocalista da banda brasileira Tono, que a projetou para a carreira solo.

Em 2016, colaborou na faixa “Oxumaré”, do disco Ascensão, da cantora Serena Assumpção. No mesmo ano, lançou seu primeiro DVD ao vivo, intitulado mãeana no MAM, pela gravadora Sony Music.

Em 2017 foi considerada artista-revelação da MPB pelo jornal O Globo.

No final de 2018, entrou em turnê colaborativa com Letícia Novaes, em um show intitulado Letrux e mãeana Cantam Bruxas.

Atualmente, mãeana mantém um projeto semanal no qual desde o começo de 2023 apresenta um repertório variado, cantando suas referências e reverenciando grandes nomes da música brasileira. Agora chegou a vez dos Joões – o Gilberto e o Gomes.

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