Aldeia Nagô
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Povo de santo marcha para lembrar que o respeito aos seus direitos é uma questão de Justiça

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Uma reflexão sobre a importância e o conceito de Justiça nas religiões de matrizes africanas norteia a XIV Caminhada pelo fim da violência e da intolerância religiosa e pela paz. Organizado por uma comissão formada por vários terreiros sediados no Engenho Velho da Federação e adjacências, o ato será realizado no dia 15 de novembro, feriado da Proclamação da República, a partir das 15 horas, com saída do final de linha do bairro, onde fica o busto em homenagem a Doné Ruinhó.

A caminhada começou em 2004, quando terreiros do bairro começaram a ser atacados por denominações de igrejas neopentecostais. Vestidos de branco, representantes da diversidade, que caracteriza as religiões afro-brasileiras, tomam as ruas do bairro e de áreas próximas para ratificar o direito à liberdade de culto, que é assegurado pela Constituição Brasileira.

Com o lema “A Justiça dos Caboclos, Orixás, Voduns e Nkisis já foi feita- Continuaremos cultuando a nossa ancestralidade”, a caminhada chama a atenção sobre a necessidade constante de manter a vigilância e o protesto contra os ataques à liberdade de culto. Historicamente, as religiões de matrizes africanas são as denominações que mais têm sofrido ataques generalizados no Brasil contra os seus direitos.

Serviço:

O que: XIV Caminhada pelo fim da violência e da intolerância religiosa

Quando: 15 de novembro de 2018, quinta-feira

Onde: Concentração a partir das 14 horas no final de linha do Engenho Velho da Federação, onde fica o monumento em homenagem a Mãe Ruinhó

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