Aldeia Nagô
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Segundo final de semana da Oficina Engenharia da Produção no Cinema aprofunda debates sobre circulação, público e portfólio

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Após um primeiro final de semana marcado por encontros inspiradores e intensa troca de experiências, a Oficina Engenharia da Produção no Cinema segue com sua segunda etapa nos dias 26 e 27 de julho, no Museu de Arte da Bahia, em Salvador. A atividade gratuita integra a programação do Festival Os Filmes Que Eu Não Vi, como contrapartida dos editais da Lei Paulo Gustavo Bahia, e reúne 10 produtores já selecionados com projetos em fase de desenvolvimento para uma imersão intensiva no universo da produção audiovisual.

Idealizada e com curadoria da renomada produtora Sol Moraes, a oficina propõe não uma formação técnica, mas um mergulho criativo e político na engrenagem invisível que move o cinema: a produção. Dividida em dois finais de semana, a proposta percorre desde o posicionamento estratégico de projetos no mercado até a construção de audiência e o planejamento de circulação.

“Essa oficina é uma lente de aumento sobre a engrenagem invisível que move o cinema: a produção. Não queremos formar profissionais que compreendam apenas a técnica, mas sim provocar a potência criativa e política da produção audiovisual”, afirma Sol Moraes.

Sucesso no primeiro final de semana

Os encontros dos dias 19 e 20 de julho demonstraram a força da proposta e o entusiasmo dos participantes. A abertura contou com masterclass de Daiane Rosário, profissional com atuação nos Estúdios Globo, que falou sobre produção com impacto social e diversidade no cinema, e com a condução de Sol Moraes, que apresentou o conceito de “engenharia da produção” e promoveu um mapeamento aprofundado dos eixos que sustentam a cadeia produtiva audiovisual. No domingo, a presença do especialista Augusto Santiago acrescentou reflexões valiosas sobre políticas públicas e estruturação de projetos, consolidando a qualidade do primeiro final de semana como um verdadeiro laboratório de pensamento e ação.

Programação do segundo final de semana

Neste segundo final de semana da Oficina de Engenharia da Produção no Cinema, o Festival Os Filmes Que Eu Não Vi segue com uma programação formativa de peso no Museu de Arte da Bahia. As atividades, gratuitas e presenciais, contam com a participação de nomes de destaque no mercado audiovisual brasileiro, proporcionando uma verdadeira imersão para os dez produtores selecionados.

No sábado, 26 de julho, a produtora executiva Suely Weller, diretamente da Globoplay, com passagens por projetos como Os Outros e Ainda Estou Aqui, ministra uma masterclass das 9h às 12h, abordando estratégias de captação, formatos e diálogo com o mercado nacional e internacional. À tarde, das 14h às 17h, Suely oferece consultorias individuais, voltadas à apresentação e ao fortalecimento dos projetos dos participantes.

No domingo, 27 de julho, é a vez de Paulo Boccato, profissional com vasta experiência em coproduções internacionais e atuação em grandes players como Amazon e Disney. Das 9h às 12h, ele conduz uma masterclass sobre formatação de carteiras de projetos, estratégias de circulação e internacionalização.

Abrindo as atividades do domingo, das 14h às 16h, a curadora e consultora Sol Moraes também participa com uma masterclass sobre estratégias de inserção no circuito de festivais, laboratórios de desenvolvimento, fundos e co-produções, oferecendo ferramentas práticas para ampliar o alcance e a viabilidade dos projetos.

SERVIÇO
Oficina: Engenharia da Produção no Cinema
2º final de semana: 26 e 27 de julho de 2025
Sábado (9h às 17h) | Domingo (9h às 16h)
Local: Museu de Arte da Bahia – Corredor da Vitória, 2340 – Salvador/BA
Realização: Festival Os Filmes Que Eu Não Vi
Curadoria: Sol Moraes
Gratuito – atividade exclusiva para selecionados
Apoio: Secretaria de Cultura da Bahia | Lei Paulo Gustavo | Ministério da Cultura – Governo Federal

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