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Cineasta Aly Muritiba falou sobre mercado e editais em Encontro

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I Encontro de Integração do Audiovisual foi iniciado na manhã desta quarta-feira, 13 de setembro, no Instituto Feminino da Bahia, com presença de agentes culturais do setor artístico, gestores de órgãos públicos e representantes de organizações. O cineasta Aly Muritiba tratou do tema O papel dos editais e o processo criativo, abordando o audiovisual brasileiro. Ele citou lançamentos recentes, relacionando com o contexto da indústria e opinando que o mês de agosto foi especialmente bom para o cinema nacional.

O evento teve abertura com a presença de Rômulo Cravo, representando o secretário de Cultura Jorge Portugal; Alexandre Simões, diretor da Suprocult; Renata Dias, diretora da Funceb, e Bertrand Duarte, diretor da Diretoria do Audiovisual (Dimas/Funceb); Janaína Rocha, representando Flávio Gonçalves, do Irdeb.

Rodrigo Hita, chefe de gabinete, e Sahada Luedy, diretora executiva de sistemas e serviços da SECTI, compuseram a mesa. o Encontro, promovido pela SecultBA com coordenação da Dimas, tem como objetivo definir, de forma compartilhada, a proposta de categorias de projetos para o Edital Setorial de Audiovisual 2017 do Governo do Estado.

O encontro é voltado para produtores, associações, coletivos, roteiristas, cineastas e demais profissionais do segmento e é coordenado pela Diretoria de Audiovisual (Dimas) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).  Os participantes se inscreveram para acompanhar a programação.

Pré-estreia – “Os exibidores querem manter filmes brasileiros em cartaz”, destacou Aly em sua fala, exemplificando produções, caso de Como nossos pais, de Laís Bodanzky e Polícia Federal – A lei é para todos, de Marcelo Antunes, “que estão tento bom desempenho de bilheteria”.

O Encontro segue até as 18h.  No início da tarde, aconteceu uma dinâmica em grupo para trabalhar a discussão das categorias e temas propostos. Em seguida, fechando a programação, às 19h, acontece pré-estreia do filme A gente, no Cinema do Museu. O diretor Aly Muritiba trabalhou em uma prisão como integrante da Equipe Alfa. Ele retorna, como cineasta, ao seu antigo local de trabalho para documentar a rotina dos 28 homens e mulheres, que integram a Equipe Alfa, responsável pela custódia de mais de mil criminosos de uma penitenciária brasileira. A produção de 1h39 tem censura de 14 anos.  Após a sessão acontece bate-papo com o cineasta. Agentes penitenciários pagam meia entrada.

Texto: Claudia Pedreira com Gabriela Correia/Dimas

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