Aldeia Nagô
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João Merim lança projeto de música eletrônica chamado Roncá que vem acompanhado do EP “Rebobine”

3 - 4 minutos de leituraModo Leitura

Projeto apresenta EP com seis faixas chega nas plataformas de música, no dia 06 de dezembro e tem participações de Juliana Coelho e Zé Atunbí

Roncá, é uma sigla, uma abreviação do termo (Ruas do Ocidente/ Negros da Centro América), um grupo de música eletrônica, novo projeto liderado por João Merín inspirado nas caretas do carnaval de rua da Bahia, e sob uma forte influência em personagens como Ziggy Stardust de David Bowie, além de trabalhos históricos como Daft Punk, MF DOOM. Roncá estreia com um EP intitulado “Rebobine”, de seis faixas, que chega hoje nas plataformas de música através do selo OnerPM.

“Rebobine” traz uma estética musical ambientada nos bailes de Disco de Nova York da década de 70, e ao mesmo tempo se fusiona com a cultura do Funk falado e a ousadia dos sintetizadores, trazendo uma ambiência e um clima de festa. A ideia foi reunir os ambientes do Deep House, Progressive House e Phonk no mesmo material e fugir um pouco do tradicional ao incrementar vozes, riffs de Guitarra, e linhas de baixo mais sintéticas.

“Roncá, é um personagem criado a partir dos caretas de carnaval da Bahia e customizado pela minha filha Maria Helena, surge como um grito de expressão da arte de forma mais sensível e livre possível, visando não somente o mercado mas a propagação de um som histórico e futurista sempre feito de forma colaborativa”, explica João Merín.

Dirigido por João Merín, escolhendo os timbres, a sonoridade, os textos, e até mesmo as cores do projeto, que foi produzido por Marcelo Santana, da Aquahertz e conta com participações de YAAN, Produtor Musical e Guitarrista, além de Zé Atunbí, ex-vocalista do Afrocidade e da cantora Juliana Coelho. O visual do EP Rebobine, é assinado por Matheus Xavier (Projeto Ciberdelia) que já assinou a direção de arte da Tour colaborativa entre Marcelo D2 e Bk AEPOF e Gigantes, Nação Zumbi Manguefonia 30 anos de Nação e Festival WEHOO 2024.

No dia 01 de dezembro, o projeto teve uma audição no pré-lançamento no Rio de Janeiro, chegou em São Paulo no dia 04 de dezembro e estreia em Salvador, no dia nesta sexta-feira (6), às 19h, no Favela com Vida, no Pelourinho.

Sobre João Merín @joaomerin

É um artista natural de Salvador, Bahia que desde Setembro de 2018  está em carreira solo, o artista sempre vem experimentando nas sonoridades. No mesmo ano, lançou seu primeiro o EP Lírios com influências do Reggae Jamaicano.

Em março de 2019 lançou a faixa Semop, que chamou atenção do artista     Rincon Sapiência, aumentando a visibilidade do artista. Semop, era uma das faixas do seu primeiro álbum em carreira solo, o Yat (Jovens a Frente do Tempo) que foi lançado em Agosto de 2019.

Com influências do groove arrastado, mais puxado para o pagodão “Golden Era” dos anos 2000, protagonizado pelas bandas baianas Fantasmão e Parangolé, o artista soteropolitano disponibilizou no dia 26 de junho de 2020, o seu segundo disco, “Os Últimos Filhos de Sião”, que conta com participações de grandes nomes  nacionais e locais, como o rapper paulista Rincon Sapiência, McDo da banda Afrocidade, Caboclo de Cobre e da rapper Cristal, que recentemente gravou com o mineiro Djonga, no álbum “Histórias da Minha Área”.

Com toda essa repercussão, João gravou o programa Show Livre, o   maior canal de gravação de música ao vivo do Brasil, em São Paulo. Já se apresentou na SIM SP 2020, maior feira de música da América Latina, em transmissão ao vivo para 11 países ao lado de nomes  como Hiran, Mahal e Nill.

Em 2021, ganhou o prêmio Move de Música, antigo prêmio Caymmi de música, a premiação mais importante da música na cidade de Salvador,   com seu EP visual Cavalo de Tróia, lançado no mesmo ano. Como Marcola Bituca ele emplacou três discos desde a sua estreia em 2018.

Ouça aqui: https://onerpm.link/rebobine

Foto de Kian Shaikhzadeh

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