Casas inteligentes podem oferecer conforto e segurança sem gastar muito
É assim que o arquiteto baiano Márcio Barreto começa a desemaranhar o conceito das casas inteligentes. Desligar as luzes automaticamente ao sair, climatizar ambientes e abrir fechaduras com reconhecimento biométrico são exemplos que caracterizam residências autônomas.
Essas construções, apesar de remeterem as tecnologias do século XXI, já são exploradas desde antigamente, com a busca essencial pelo conforto
movendo o significado das casas inteligentes. O retrato caricato e fascinante da casa do Sr. Phileas Fogg no filme “Volta ao Mundo em 80 Dias?—?Uma Aposta Muito Louca”, com engrenagens movendo comidas e peças de roupa, despertou ainda mais, nos anos 2000, o imaginário de casas que trabalham sozinhas.
Para Márcio, casas inteligentes tem a serventia principal de facilitar a vida dos moradores. Com o advento de novas tecnologias, as residências agora movem suas “engrenagens” através de redes sem fio como o wi-fi e o bluetooth. Segundo o arquiteto, essa possibilidade acessível de se conectar a redes sem fio abre brechas para tornar casas autônomas e adaptáveis.
“Mesmo que a casa não tenha sido construída com o conceito de automação, é possível usar recursos para torná-la. Já existem produtos comercializados de forma mais acessíveis capazes de tornar residências funcionais e inteligentes. A ‘tomada inteligente’ é o produto mais simples para atender essa demanda. Conectando a mesma a uma cafeteira, sanduicheira ou fritadeira elétrica, é possível controlar esses equipamentos através do wi-fi, de forma remota”, explica.
A frente da Arquitetura do Barreto, o profissional elenca ferramentas para tornar as casas confortáveis e automáticas, tais como: lâmpadas com acendimento através de sistema wi-fi; tomadas inteligentes; sensores de presença; câmeras de segurança; fechaduras biométricas e até robôs-faxina.
Além de ajudar no conforto e segurança das moradias, Márcio salienta o preço médio dessas peças e ferramentas. Um “tomada inteligente” custa aproximadamente R$ 70, enquanto sensores de presença chegam a quase R$ 40, ambos encontrados no Mercado Livre. Outros acessórios, como robôs-faxina, possuem uma variação entre R$ 100 à R$ 3.000, segundo preços averiguados na Americanas.com.
“Casa inteligente é uma residência que incorporou sistemas de automação para controlar e monitorar as moradias. Não podemos esquecer que essas casas são investimentos. Mais para frente, esse controle e monitoramento remoto ajudarão na economia dos recursos para o funcionamento da casa, principalmente na parte da energia elétrica”, conclui Márcio.
Para informações e contato, acesse www.arquiteturadobarreto.com, ou instagram.com/arquiteturadobarreto.
