Eliete Paraguassu participa de reunião com órgãos públicos e cobra medidas de proteção e reparação para São Tomé de Paripe
Encontro convocado pelo Movimento SOS São Tomé de Paripe reuniu representantes de diferentes esferas do poder público para discutir ações diante dos problemas socioambientais enfrentados pela comunidade.
A vereadora Eliete Paraguassu (PSOL) participou, na manhã da última quarta-feira (21/10), de uma reunião convocada pelo Movimento SOS São Tomé de Paripe, em Salvador, para acompanhar as medidas relacionadas à situação socioambiental que afeta a comunidade. O encontro contou com a presença de representantes de órgãos estaduais, municipais e federais, além do Ministério Público e de representantes do Parque Cocisa.
Durante a reunião, foram discutidas questões consideradas urgentes para a população, entre elas a negociação de ajuda humanitária com a empresa, a possibilidade de retomada da Sala de Situação e os resultados das novas coletas de água realizadas no território.
A vereadora, que tem acompanhado as denúncias e mobilizações dos moradores desde fevereiro deste ano, reforçou a necessidade de transformar os debates institucionais em medidas efetivas de proteção à saúde, assistência às famílias e reparação dos danos enfrentados pela comunidade.
“São Tomé de Paripe não pode continuar esperando por respostas enquanto a população convive com riscos à saúde e à sua qualidade de vida. É urgente garantir medidas concretas de proteção, assistência às famílias, reparação dos danos e descontaminação da praia. O Mandato Popular das Águas seguirá ao lado da comunidade, cobrando responsabilidades e soluções efetivas. A vida do nosso povo precisa estar acima de qualquer interesse econômico”, afirmou Eliete Paraguassu.
A participação da parlamentar integra a atuação do mandato na defesa das comunidades tradicionais e no enfrentamento ao racismo ambiental, especialmente nos territórios historicamente afetados pela desigualdade e pela ausência de políticas públicas efetivas.
Para Eliete, a mobilização popular e a articulação entre os diferentes órgãos são fundamentais para garantir que as reivindicações da comunidade sejam atendidas e que os encaminhamentos não fiquem apenas no papel.
