Instituto Pólis lança publicação que enfrenta 15 mitos sobre a Tarifa Zero no transporte público
Material reúne pesquisas, dados públicos e experiências brasileiras para discutir financiamento, qualidade do serviço, universalidade e os impactos da gratuidade no transporte coletivo
O Instituto Pólis, com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, lança a publicação “Não existe almoço grátis! Mitos e fatos sobre a Tarifa Zero no transporte público”, que reúne pesquisas, dados públicos e experiências brasileiras para responder a 15 argumentos recorrentes sobre a adoção da Tarifa Zero no país.
O material busca qualificar um debate que tem ganhado espaço na agenda pública brasileira. A publicação parte de dúvidas e críticas recorrentes sobre a gratuidade no transporte coletivo e apresenta evidências para discutir questões como financiamento, aumento da demanda, qualidade dos serviços, universalidade, desigualdades e direito à cidade.
Entre os argumentos analisados estão questionamentos sobre a possibilidade de financiar sistemas sem cobrança direta de tarifa dos passageiros e sobre os efeitos da gratuidade na operação do transporte público.
A publicação apresenta a Tarifa Zero como uma política universal, em que o acesso ao transporte coletivo não depende do pagamento de uma tarifa no momento da viagem. O financiamento do sistema passa a ser pensado de forma coletiva, estável e progressiva, com maior contribuição de quem possui maior capacidade econômica.
A proposta parte da compreensão de que a tarifa paga pelo passageiro não é a única forma possível de financiar o transporte público e que a discussão sobre Tarifa Zero também exige enfrentar uma questão mais ampla: como distribuir os custos da mobilidade urbana na sociedade.
“O debate sobre a Tarifa Zero muitas vezes esbarra em desinformação ou na ideia ultrapassada de que o passageiro deve arcar sozinho com a conta do transporte. Com esta publicação, queremos mostrar, com base em evidências e em cidades que já aplicam o modelo, que a gratuidade não só é possível como é urgente para garantirmos um direito básico: o direito à cidade e à mobilidade de forma justa e igualitária”, afirma Clareana Cunha, coordenadora de projetos no Instituto Pólis.
Tarifa Zero e um novo modelo de financiamento
Ao organizar os principais argumentos presentes no debate público e confrontá-los com pesquisas e experiências concretas, o Instituto Pólis propõe deslocar a discussão da pergunta sobre quem paga a passagem individualmente para uma discussão sobre como financiar um serviço essencial para o funcionamento das cidades.
Nesse sentido, a publicação também relaciona a Tarifa Zero ao debate sobre a criação de um Sistema Único de Mobilidade, o SUM, proposta que busca articular União, estados e municípios no financiamento e na organização da mobilidade urbana.
Inspirado na construção de uma política nacional integrada, o SUM prevê compartilhamento de responsabilidades entre os diferentes níveis de governo, integração das redes de transporte, parâmetros nacionais de qualidade, participação social e preservação da capacidade de planejamento local.
“A pergunta que deve guiar a nossa sociedade não é ‘quem vai pagar a passagem?’, mas sim ‘como vamos financiar de forma justa a mobilidade de todos?’. A Tarifa Zero é viável se pensarmos em um financiamento coletivo e progressivo – é um passo fundamental que nos leva, inclusive, à urgência de debatermos a criação de um Sistema Único de Mobilidade (SUM) no Brasil”, comenta Cunha.
A publicação pretende contribuir para que o debate sobre Tarifa Zero vá além de posições favoráveis ou contrárias à gratuidade e seja realizado a partir de dados, experiências concretas e da discussão sobre qual modelo de transporte público e de financiamento as cidades brasileiras precisam construir.
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É o povo que vive a vida. Ninguém é guiado, ainda mais por perguntas de uma sociedade falida. Por que nao tem um estudo mostrando o mal que aconteceu no Brasil quando dpeois de junho de 2013, Silma,minha presidenta eleita pela força de quem acredita no Brasil, propôsuma reforma política não dentro os ganinetes de brasília, mas pela boca do povo em um plebiscito, que teria nos livrado de todo esse mal que virou estudos, reports e especialistas que não dizem nada, estudam para burro e militam para perder. Saudades do meu primeiro voto, foi um plebiscito e o Brasil, junto comigo, votou contra as armas. Imagina o que teríamos decidido sobre a política…. Mas l futuro é ancestral e tenho certeza que lá especialista e estudos vão virar adubo para as flores que vamos levar aos túmulos das ideias que vamos enterrar.
eu digito tudo errado, risos. vou corrigir porque não quero ser perseguida por gente que tem código de barras nessas áreas aí de português e outros membros decepados.
É o povo que vive a vida. Ninguém é guiado, ainda mais por perguntas de uma sociedade falida. Por que não tem um estudo mostrando o mal que aconteceu no Brasil, quando depois de junho de 2013, Dilma, presidenta eleita pela força de quem acredita no Brasil ou não também, propôs uma reforma política qie não era pra ser feita dentro os ganinetes de brasília, mas pela boca do povo em um plebiscito, que teria nos livrado de todo esse mal que virou estudos, reports e especialistas que não dizem nada, estudam para burro e militam para perder. Alguém tem coragem de fazer um estudo sobre isso? Saudades do meu primeiro voto, foi um plebiscito e o Brasil, junto comigo, votou contra as armas. Imagina o que teríamos decidido sobre a política… Mas o futuro é ancestral e tenho certeza que lá especialistas e reports vão virar adubo para as flores que vamos levar aos túmulos das ideias que vamos enterrar. Pois aqui cuidamos até do que fedeu e morreu.
continuei digitando “errado”. espero não ofender ninguém.