Aldeia Nagô
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Jô faz sua grande estreia no dia 13 de maio e lança o single, “Amor Bandido”.

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Jo_Barros

23 anos, canceriano, soteropolitano, e um grande admirador de música, Jô Barros chega com atitude e representatividade em seu estilo, mostrando sempre sua paixão pela mistura de estética com música. Jô traz em sua bagagem músicas voltadas para experiências amorosas e conversam com quem já amou. Com grandes inspirações em nomes contemporâneos e atuais da musica brasileira, Jô não esconde em revelar que sofre influências diretas do grande mestre Gilberto GilIza, uma das cantoras brasileiras mais influentes da atualidade. Mas além dos nomes brasileiros, Jô conta que sua grande inspiração enquanto artista não poderia ser ninguém menos que Madonna, daí nasceu à paixão por misturar estética e música, buscando sempre criar uma imagética e algo que marque seus seguidores.

 

“Essa mistura de música e estética é essencial para mim! Sou fã de Madonna, amo o tropicalismo! Quer base melhor pra misturar estética e música? Em todos os meus trabalhos defino uma estética que combine com a sonoridade da música.”, contou Jô.

Em 2019 o baiano lançou seu primeiro single de estúdio, intitulado “Meu Divã”, que já mostrava que sua vibe era bem colorida e misturando o melhor da arte e cultura com instrumentais que remetem a energia do nordeste brasileiro.

“Em “Meu Divã” fizemos algo bem colorido, verão, corpo na rua! Em “Nossotempo” buscamos uma identidade voltada para ancestralidade, o Cortejo Afro.“

Agora em 2021, Jô prepara não só o lançamento de “Amor Bandido” como também a estreia de novos singles, previsto para o segundo semestre de 2021 e de antemão, o cantor já deixa um gostinho do que poderemos esperar do carro-chefe de sua nova era.

“Para ‘Amor Bandido’ eu e Caio, stylist desse projeto, escolhemos uma estética anos 2000, algo que lembra Augustinho Carrara, personagem clássico da ‘Grande Família’, só que uma versão 2.0, com a energia da Bahia! Essa foi a nossa base! E não para por ai, encontramos o celular típico da época, os acessórios e as roupas que garimpamos nos brechós do centro antigo de Salvador formaram essa composição do novo com o antigo, antigo não, clássico! E moda é isso, moda é arte, é música e uma coisa casa perfeitamente com a outra!”.

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