Nota de Solidariedade – 100.000 vítimas de COVID-19
Infelizmente chegamos nesta marca, muito triste contabilizar tantas vítimas: 100 mil pessoas tiveram suas vidas interrompidas pela COVID-19.
“Como sacerdote, manifesto a minha solidariedade à todos. Sigamos em frente! Em algum momento tudo isso irá passar”, atesta o babalawô Ivanir dos Santos, interlocutor da CCIR.
Nota de Solidariedade
Ao alcançarmos o triste patamar inimaginável das 100 mil mortes pela COVID-19, a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) se une na dor e na solidariedade às perdas irreparáveis.
Que essas existências ceifadas nos inspirem a valorizar a vida, a respeitar o próximo, a cultivar a compaixão para com todos, em especial para com as populações das florestas, das comunidades, quilombolas tão fragilizadas pela pandemia. Que cada nome desses cem mil possa ser lembrado e reverenciado e que cada familiar, cada amigo encontre conforto na sua fé religiosa.
O Rabino Sérgio Margulies, da Associação Religiosa Israelita do Rio de Janeiro-ARI, também presta homenagem. “A dor da perda pela imponderável, pelo imprevisível que essas vidas que se foram, que essas existências que foram se ceifadas do nosso convívio possam nos orientar para mais respeito, pra vínculos, com mais afeto, solidariedade, entendimento e valorização da santidade da vida, que assim, esses que partiram para o seu descanso eterno. Vítimas da convit possam ter seus nomes honrados e abençoados através de nossos atos, de cuidado um para com outro. Que assim seja, amém”
“Esconde sua dor atrás da fé, para não se desesperar com a doença ao seu redor, escute o mundo mesmo que ninguém te escute, se preocupe com todo o mundo, embora poucas pessoas se importem , seja forte porque tem que ser, não porque queira ser, preze pela vida, pelos cuidados para que no futuro alguém possa além do abraço lhe dizer: Não se preocupe eu estou aqui com você”, compreende Yango ti Obalúwàyíé, promoter de mídia afro.
