O multiartista baiano Mamah Soares apresenta “Vai Florescer”, segundo single do álbum Memórias, que será lançado em novembro, em conexão com o Dia da ConsciênciaNegra.
A canção celebra esperança e renascimento, unindo funk, kuduro e samba duro de
Salvador-BA em diálogo com a diáspora africana.
Lançada em 03 de outubro, a faixa fala sobre esperança, renascimento e a beleza
do tempo certo das coisas: depois da tempestade, sempre vem a flor.
“Vai Florescer” chega como um manifesto de renovação. A canção traduz a força
de acreditar no ciclo da vida e no tempo certo das mudanças, mesmo diante das
adversidades. Com arranjos que equilibram delicadeza e intensidade, transmite a
mensagem de que, assim como a natureza se reinventa, também nós florescemos após as tempestades.
No campo musical, a faixa percorre a diáspora africana, unindo ritmos brasileiros
às sonoridades da África Ocidental. Entre as influências estão o funk, o kuduro e o samba duro de Salvador, resultando em uma fusão vibrante, contemporânea e profundamente conectada às raízes afro-brasileiras.
A produção é assinada por Caio Leite, com coprodução de Mamah Soares. Com
mais de 25 anos de carreira e passagens por projetos com Carlinhos Brown, BaianaSystem, Xênia França, Gloria Groove e até o astro pop canadense Shawn Mendes, Mamah reafirma sua potência criativa neste novo trabalho.
A composição é uma parceria com o artista e compositor paulistano Jeam Marcus
(Eljham), que compartilha: “Escrevi essa letra para o amigo Mamah Soares inspirado pela melodia que ele me enviou. A canção fala sobre os ciclos da vida e do amor, usando a imagem da flor que floresce e depois seca, para renascer ainda mais forte. É um convite a sentir, acreditar e seguir em frente, mostrando o amor como força vital que transcende tempo, espaço e barreiras.”
“Vai Florescer” ouça aqui.
https://onerpm.link/238209436339
Sobre Mamah Soares
Mamah Soares é músico, percussionista, cantor, compositor e arranjador, com
mais de 25 anos de atuação na música brasileira. Nascido no Nordeste de Amaralina, em Salvador — estuário fértil do universo percussivo baiano —, teve como primeira escola o Samba Junino, manifestação cultural profundamente ligada ao Candomblé e às Festas de Caboclos. Essa base ancestral é o alicerce de uma trajetória que une tradição e inovação, força rítmica e lirismo.
Mamah integrou a lendária Timbalada, participando do disco Cada Cabeça é um
Mundo (1993), e ao longo de sua carreira colaborou com grandes nomes da música
brasileira e internacional, como Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Xênia França, Emanuelle Araújo, Negra Li, BNegão, Lucas Santtana, BaianaSystem, Lazzo Matumbi, Felipe Cordeiro, Raimundo Sodré, J. Veloso, Majur, Gloria Groove, Manoel Cordeiro, Orquestra Popular da Bahia, além de artistas internacionais como Shawn Mendes.
Em 2011, fundou o Coletivo di Tambor, projeto que traduz suas pesquisas musicais
em uma linguagem própria, onde texturas percussivas resgatam memórias ancestrais e se mesclam a elementos eletrônicos e urbanos, criando uma sonoridade inovadora e pulsante. Em 2014, lançou com o coletivo o EP Sistema de Energia Sonora, produzido por André T., e venceu o Prêmio Caymmi 2015 nas categorias Melhor Videoclipe e Melhor Direção com a faixa A Filha de Calmon. O grupo também teve músicas selecionadas nas coletâneas internacionais Kafundó Records vols. 1 e 3.
Em 2015, com apoio do Edital Arte Todo Dia, da Fundação Gregório de Mattos,
idealizou e circulou com o projeto Mamah Soares & Coletivo di Tambor e as Lendas,
levando música aos coretos da cidade de Salvador ao lado de lendas da música regional baiana, como Mateus Aleluia, Cacau do Pandeiro e Mestre Lourimbau.
O Coletivo di Tambor também marcou presença em diversas edições do Carnaval
de Salvador, passando pelos circuitos Campo Grande (2013), Pelourinho (2016 e 2017) e Furdunço (2017, 2018 e 2019), com apoio do Governo do Estado da Bahia e da Prefeitura de Salvador.
Artista inquieto, Mamah Soares segue expandindo suas criações a partir de uma
escuta atenta às raízes e ao presente, reafirmando sua relevância na cena contemporânea e mantendo viva a pulsação da música de matriz africana.
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Compositores: Mamah Soares e Eljham
Foto: José de Holanda
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