Aldeia Nagô
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Protesto contra fechamento da Escola dos Órfãos de São Joaquim

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Professores, alunos e seus familiares estão neste momento lutando publicamente contra o fechamento da Casa Pia e Colégio dos Órfãos de São Joaquim, que possui três sedes, na Calçada, Pelourinho e Barbalho, e atende a cerca de 2.200 jovens de Salvador, da educação infantil ao ensino médio. Eles pedem o afastamento do provedor Otavio Tourinho Dantas, e de seus parentes,

que são acusados de tentar fechar a escola e transforma-la em hotel, sendo seu filho, João Guilherme e a esposa, os que causam os maiores transtornos, determinando ações contrarias à melhoria da escola que tem como diretor o Dr. José Carlos Travessa de Souza, que é contrário à interferência do provedor e de sua família na administração da instituição. Uma petição pública endereçada ao governador do Estado da Bahia, ao prefeito de Salvador, à Câmara dos Deputados, ao Secretário Estadual de Educação do Estado, ao Conselho Estadual de Educação, e à Mesa Administrativa da Casa Pia e Colégio dos Órfãos de São Joaquim e ao Ministério Público do Estado da Bahia explica as razões do protesto.

 

“A nossa campanha é:

– Lutar contra o fechamento da nossa escola;

– Lutar contra o desemprego de profissionais que ajudaram na formação pedagógica dos nossos filhos;

– Lutar contra o encerramento de um ensino de qualidade;

– Contra as mudanças que ocorreram na instituição, assim expondo os nossos filhos;

– Devolução das catracas e das câmeras pela segurança de nossos filhos e professores;

– Devolução das rampas de acessibilidade para os alunos e professores necessitados; 
– Na questão disciplinar, manutenção dos fardamentos já comprados pelas famílias e das práticas de respeito mútuo;

-A permanência do regime e ordem militar, já  que é esse um dos diferenciais da Casa Pia;

– Permanência das Cias – Atividades Extra Curriculares que contribuem para o desenvolvimento sócio pedagógico dos nossos filhos;

– A manutenção dos setor de psicopedagogia, pelo bem daqueles que o provedor não quer em “sua” escola;

– A autonomia pedagógica, financeira e administrativa da escola quanto a entidade mantenedora, prevista na LDB;

– O afastamento do provedor Dr. Otavio Tourinho Dantas, por ele vir causando todas essas intervenções e vir demonstrando absoluto desrespeito a todos “abaixo” e sujeitos a sua ordem, convocando novas eleições na mesa;

– O afastamento dos parentes do provedor Dr. Otavio Tourinho Dantas, da mesa, dessa forma pode ser questão de intervenção do estado na mesa administrativa;

– A continuidade das unidades do pelourinho e Barbalho, hoje ameaçadas de fechamento;

– Contra a diminuição drástica do número de alunos, uma vez que o Provedor Otávio Tourinho Dantas anunciou que “para o ano serão apenas 100 alunos”, ou seja, quatro salas de 25 alunos cada;

– Término das interferência do Provedor no projeto pedagógico da escola, proibindo Futebol, equoterapia, desfile do 2 de Julho e do 7 de setembro, alegando que “na minha escola não admito futebol”.

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