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Marta repudia agressão e ato de racismo contra dirigente do Sindivigilantes-Ba na Estação do Metrô do Aeroporto

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Presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Democracia da Cãmara Municipal de Salvador, a vereadora Marta Rodrigues (PT) repudiou, nesta quinta-feira (25), as agressões físicas e verbais contra o dirigente do Sindivigilantes-Ba, Cláudio Brandão Ferreira, cometidas por seguranças do metrô na Estação do Aeroporto de Salvador, no último sábado (20).  Os agressores se denominavam do grupo AAS – Agente de Assistência e Segurança do Metrô de Salvador.

“O fato foi filmado sob muita revolta dos passageiros que presenciaram a agressão. Não podemos permitir que os agentes de segurança do metrô cometam estas agressões absurdas e ninguém responda por nada.

Semana retrasada foi o estudante da Unilab, agora mais este novo caso. É preciso que a empresa responsável tome uma medida urgente  para que a população não fique a mercê de agressões por parte de quem deveria nos proteger”, disse a vereadora.

Para Marta Rodrigues, o ocorrido revela a falta de preparo de profissionais e o descompromisso da empresa com a formação de seu quadro. “Já disse e volto a repetir que estas empresas precisam ter responsabilidade social e prestar cursos de direitos humanos aos seus funcionários. O dirigente do Sindivigilantes foi agredido fisica e verbalmente após pedir orientações de como sair pelo lado que pretendia na Estação do Aeroporto sob a alegação dos seguranças de tentar burlar o sistema, o que não ocorreu, mas mesmo assim ele não teve a oportunidade de esclarecer ou dialogar”, acrescentou Marta.

Cláudio chegou a ser conduzido para a delegacia de Lauro de Freitas ouvido e liberado para fazer exame de corpo e delito. “Como se não bastassem as agressões físicas, o dirigente da entidade foi chamado de ‘descarado, vagabundo e preto’, num nítido caso de racismo. Como presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, como vereadora e cidadã, repudio completamente o ocorrido e deixamos o colegiado à disposição para acompanhar e ajudar no dirigente no que for preciso”, declarou Marta.

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