Aldeia Nagô
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Lives: O Prof. Dr. Babalawô Ivanir abordará a fé com a Monja Coen Roshi. e a a temática racial com Gilberto Porcidonio

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Monja Coen – Com 73 anos de vida, uma legião de de fãs em seu canal no YouTube, sete livros publicados e uma longa trajetória, há mais de três décadas dedicadas ao budismo, a líder espiritual e fundadora da Comunidade Zen Budista, usa seus ensinamentos para a construir uma sociedade plural e afetuosa. Curiosidade, Coen já foi jornalista e bancária, usa a vivência para inspirar e combater o preconceito. E ela, uma líder incrível é a convidada do Conversa com o Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santosm que é também um reconhecido interlocutor no combate à intolerância religiosa.

 

“Em um momento tão difícil, em que todos somos atingidos direta ou indiretamente pela Pandemia da Covid 19, o respeito, a liberdade, a equidade e a tolerância precisam se fazer mais forte entre nós.  Precisamos fortalecer a nossa fé e a nossa esperança. Por isso, o nosso bate papo com a Monja Coen é essencial em uma perspectiva Inter-religiosa em prol das liberdade religiosa, que vem sendo ameaçada cotidianamente”, atesta o sacerdote Ivanir dos Santos

Live: Conversa com o Prof. Ivanir dos Santos, recebendo Monja Coen
Dia 20 – quinta, às 14h, ao vivo no https://www.facebook.com/babalawoivanirdossantos

Ainda na quinta, mas dessa vez é o prof. Ivanir dos Santos que é o convidado, o cenário muda e o bate papo será na Live com o jornalista Gilberto Porcidonio, o tema, uma outra luta constante – Racismo.
Gilberto traz para o debate: “Se o racismo acabasse HOJE, o que você faria?”. Tudo começou no dia 14 de Maio, “Dia do Se Vira Negada” por ter sido o seguinte à Abolição da Escravatura no Brasil, que nasceu a série de talk-lives – Se o Racismo Acabasse Hoje, no instagram”. A intenção do jornalista e cientista social Gilberto Porcidonio é invocar, semanalmente, o “afrofuturismo no afropresente”, ou seja, criar, através de uma conversa em que instiga o convidado a falar de sua vivência e visão de mundo. “Uma realidade em que os negros possam viver livres das amarras do racismo”, alega Gilberto, que conta que a ideia da série veio depois que uma pergunta lançada no Twitter em novembro, viralizou: “Se o racismo acabasse HOJE, o que você faria?”. O questionamento recebeu mais de duas mil respostas, mais de 50 mil compartilhamentos. Até o momento, 15 profissionais já passaram pela live, como Luana Génot, Ale Santos, Preto Zeze, Cecília Olliveira, Clemente e outros que, em algum momento, respondem à mesma pergunta que não quer calar – “Se o racismo acabasse hoje”.

Live: “Se o racismo acabasse hoje” – Gilberto Porcidonio recebe Ivanir dos Santos
Dia 20 – quinta, às 21h, no https://www.instagram.com/puppet_gram/

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