Salvador, 29 de May de 2020
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Dando o que Falar


Delações não foram premiadas. Foram compradas. Por Fernando Brito
Dando o que Falar
Ter, 14 de Janeiro de 2020 04:25

fernandoBritoNo Valor, hoje, a informação de que 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht receberam a empresa R$ 1, 5 bilhão para fazerem delações premiadas sob encomenda

 
Lula estava certo em lutar até o fim para provar sua inocência, diz Ricardo Kotscho
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Ter, 14 de Janeiro de 2020 04:12

ricardo-kotschoEm nenhum momento o ex-presidente fraquejou nesta determinação férrea de provar sua inocência, nem mesmo quando foi impedido de disputar uma eleição praticamente ganha.

 
Bolsonaro não merece a alcunha de “Trump dos Trópicos” (nem isso!) Por Gregorio Duvivier
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Ter, 07 de Janeiro de 2020 05:38

Gregorio_DuvidierNasci junto com a democracia no Brasil, há pouco mais de 30 anos. Sim, talvez pareça estranho pra um americano, mas a democracia brasileira é da idade da Lindsay Lohan — e assim como ela, teve seu apogeu nos

 
Feliz 2020. Ou coisa parecida...Por Gregorio Duvivier
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Dom, 05 de Janeiro de 2020 01:42

Gregorio_DuvidierAs últimas eleições foram marcadas pelo saudosismo. “O Brasil feliz de novo”, dizia o slogan do PT, mas poderia ser todos os outros partidos. Todos concordavam: 1) que o Brasil não estava feliz, e 2) que a chave

 
Uma década perdida para a desigualdade. Por Pedro H. G. Ferreira de Souza
Dando o que Falar
Ter, 31 de Dezembro de 2019 03:58

PedroOs anos 2010 foram mais uma década perdida para o Brasil. Graças a uma recessão brutal e a uma recuperação anêmica, chegaremos a 2020 com PIB per capita real menor que o de dez anos atrás. Não à toa, muitos debruçam-se diariamente sobre indicadores econômicos à procura de sinais de vida.

 
A terra treme, Por Mario Sergio Conti
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Seg, 02 de Dezembro de 2019 03:39

Mario_Sergio_ContiDo Chile à Argélia, a rebelião se espalha; e Bolsonaro se arma. 
“ É tanta revolta que, para não esquecer nenhuma, é bom botá-las em ordem alfabética. Em um mês, houve rebeliões na Argélia, Catalunha, Chile, Colômbia, Equador, Haiti, Hong Kong, Irã, Iraque e Líbano. Milhões e milhões de pessoas querem mudar de vida. Agora, e não depois.

Diferentes entre si, os motins têm traços insurrecionais pela duração (desde fevereiro, Argel fecha para protestos às sextas-feiras), pela abrangência (em Santiago, mais de um milhão de pessoas participaram de uma passeata) e pela coragem (centenas de mortos em Teerã e Bagdá).

Na regra, os levantes começaram com demandas particulares que logo se alastraram. Secundaristas pularam catracas do metrô para se insurgir contra o aumento das passagens —e em dez dias uma greve geral parou o Chile.

O governo libanês quis impor uma taxa para mensagens de WhatsApp —e 12 dias depois o primeiro ministro se demitiu. O reajuste da gasolina desencadeou quebra-quebras em Quito. A corrupção alimentou convulsões em Bagdá e Teerã.

As reivindicações foram atendidas e as praças não se aquietaram. A China voltou atrás na intenção de querer que o Partido Comunista julgasse os dissidentes de Hong Kong. Mas, como quando da renúncia do presidente argelino, a contestação só fez aumentar.

Com o quebra-quebra,  governo chileno teve que convocar plebiscito sobre constituinte. No Líbano, a palavra de ordem passou a ser a unidade nacional, acima das divisões religiosas. O separatismo ganhou força na Catalunha e em Hong Kong.

É preciso aguardar os desdobramentos para avaliar a insurgência. Dá para dizer, contudo, que ela lembra as revoluções europeias de 1848 e tem algo da explosão do stalinismo, em 1989-1991. Parece um segundo momento da Primavera Árabe de 2011, só que agora em vários cantos do globo.

Embora o seu alcance geográfico seja muito maior, as explosões não pegaram em cheio os países centrais. Mas, também neles, algo fermenta: coletes amarelos na França; passeatas pró e contra o brexit na Inglaterra; a greve da GM nos Estados Unidos.

O que fermenta é a insatisfação com a política apodrecida. Com o status quo criado pela economia neoliberal. Com a ordem mundial sino-americana. Com a espoliação de milhões por um punhado de bilionários. O combustível da turbulência é a desigualdade social.

As multidões sabem o que repudiam. Mas apenas intuem o que querem: justiça, democracia, igualdade.
Os poderes constituídos têm horror a isso. Sua reação automática foi cair de pau na
plebe rude.

A teocracia tirou a internet do ar no Irã e, segundo a Anistia Internacional, matou mais de cem. O exército encarcerou dezenas de dissidentes na Argélia, a começar pela médica Louisa Hanoune. A polícia chilena atirou na cabecinha e cegou dezenas de insatisfeitos.

As multidões cantam seus mutilados e mártires. E os bens de vida zelam para que os pés-rapados não se aposentem nunca, os desempregados sejam taxados e o agronegócio queime a Amazônia: é cultural, tá oquei?

Bolsonaro vem se armando para enfrentar eventuais revoltas. Pôs 2.500 militares em ministérios e cargos de chefia (Folha de 14/10). Moro quase dobrou o contingente verde-oliva no Ministério da Justiça; e toda a milicada trabalha fardada às quartas-feiras.

Agora, o presidente mandou ao Congresso um projeto de lei que isenta de punições policiais e militares que, em defesa da lei e da ordem, “cometam excessos”.

Na prática, inocenta previamente soldados e meganhas que cegarem, aleijarem ou matarem quem protestar contra Bolsonaro.

Por fim, lançou a Aliança pelo Brasil. Seu manifesto de fundação fala em “ordem nova”, “degeneração moral” e de “livrar o país dos larápios, dos espertos, dos demagogos e dos traidores”. É explícito: não usa nunca a palavra democracia.

A Aliança não precisa disputar as próximas eleições, como admitiu. Seu objetivo implícito é juntar a banda podre das polícias, do Exército, das seitas, das milícias e de toda a corja lúmpen numa organização de combate —de luta ideológica e física, nas ruas.

Enquanto os bem-pensantes batem papo sobre 2022, e avaliam as chances de Huck e Haddad, Bolsonaro se prepara. Tem o apoio de empresários e de Guedes, de moralistas e de Moro, de generais e de Villas Bôas, de pastores e do bispo Macedo, do “império” e de Trump.

Continuará a provocar arruaças, a destruir direitos e a solapar as liberdades públicas. Se a revolta vier e tiver condições, Bolsonaro posará de salvador da pátria, de Bonaparte. Tentará um golpe.”

Mario Sergio Conti, jornalista

Folha de São Paulo

 
Aprenda a mandar a merda. Por Valeria Brandini,
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Sáb, 16 de Novembro de 2019 00:41

Valria_Brandin"É o povo que está elegendo o fascismo. Se não fosse esse militarzinho bunda suja, seria outro. Pesquiso o brasileiro há 25 anos. Já fiz pesquisas presenciais de norte a sul do País e atesto que o

 
Lula X Bolsonaro 2: Papo sobre 2ª instância é falso; querem é petista preso. Por Reinaldo Azevedo
Dando o que Falar
Ter, 12 de Novembro de 2019 03:39

reinaldo-azevedoEscrevi um primeiro post intitulado "Lula X Bolsonaro 1: À parte os xingamentos, Guedes vira o centro do debate". Nele afirmo que duas palavras são as chaves para entender o que está em curso:

 
O desastre latino-americano, por Ladislau Dowbor
Dando o que Falar
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Ladislau_Dowbor2É tempo de pararmos de apenas comentar os irresponsáveis no poder, nos países latino-americanos, e pensar de maneira mais ampla sobre o que está acontecendo. A Venezuela é um ótimo exemplo: país

 
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